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Barcelos: “Vocês serão sempre o IPCA e os nossos melhores embaixadores”

Ensino

2023-06-04 às 07h00

Libânia Pereira Libânia Pereira

A Entrega de Cartas de Curso do IPCA realizou-se, na tarde de ontem, com uma cerimónia onde a presidente do IPCA enalteceu “a resiliência e ousadia” dos estudantes da instituição.

Citação

O Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) promoveu, na tarde de ontem, a cerimónia de Entrega de Cartas de Curso, momento que veio assinalar o fim do percurso académico e o início do percurso profissional dos diplomados da instituição. Neste dia especial, Maria José Fernandes, presidente do IPCA, salientou a “resiliência e ousadia” dos estudantes, e deixou votos de sucesso para aqueles que são “os melhores embaixadores do IPCA”.
A cerimónia de Entrega das Cartas de Curso envolveu os diplomados nos graus de Mestrado, Licenciatura e, também, os titulares de Cursos Técnicos Superiores Profissionais.
A presidente do IPCA considerou que este é um “momento marcante e com grande significado para as instituições de ensino superior, para os diplomados e respectivas famílias. Para todos, este dia é sinónimo de alegria, de conquista, de sentimento de dever cumprido”. Maria José Fernandes enalteceu a capacidade “resiliência e tenacidade” que cada um dos diplomados demonstrou face a “um dos maiores desafios com que a humanidade se viu confrontada: a de li- dar com a pandemia, e o impacto que a mesma teve nas nossas vidas”.
Uma palavra de reconhecimento foi deixada aos familiares dos estudantes pelo “esforço e sacrifícios que enfrentaram para que eles triunfassem”, e aos professores, directores e funcionários pelo “empenho e dedicação em prol da formação integral dos nossos estudantes”.
“A nossa missão”, acrescentou, “vai para além de gerar, difundir e aplicar conhecimento. A missão do IPCA é contribuir para o desenvolvimento da sociedade, estimular a criação cultural, a investigação e a pesquisa aplicadas, e fomentar o pensamento reflexivo e humanista”, vincou.
Maria José Fernandes lembrou ainda que ao longo dos seus 28 anos o IPCA assumiu como “pilar estruturante” a ligação ao território, tendo dado um “forte contributo para o desenvolvimento e coesão social e territorial”.
A questão do trabalho digno e da valorização dos jovens no mercado de trabalho foi também abordado pela presidente do IPCA, que salientou que é urgente “reter o talento aqui criado através de melhores salários e com condições que permitam conciliar a vida profissional, familiar e pessoal”.
Referindo a importância da aposta na formação continua, Maria José Fernandes lembrou que os politécnicos vão conseguir este ano ministrar doutoramentos e “queremos que vocês sejam os nossos primeiros alunos”, disse.
“Esta cerimónia encerra um ciclo mas não termina com a nossa ligação. Vocês serão sempre o IPCA e os nossos melhores embaixadores”, finalizou.
Em representação do município de Barcelos esteve a vereadora da Educação, Mariana Carvalho, que salientou “o percurso notável do IPCA quer na oferta formativa que ministra, quer no processo de investigação que tem desenvolvido e que é reconhecido interna e externamente. Como barcelense, como docente desta casa, e enquanto representante do município é um orgulho imenso ter o IPCA sediado em Barcelos”, frisou.
“Voem alto e levem o nome do IPCA bem longe, mas quando quiserem pousar saibam que o IPCA e Barcelos estará sempre de braços abertos para vos acolher novamente”, garantiu a vereadora.
A sessão contou também com a intervenção da presidente da Associação Académica, Mariana Lima, para quem o dia de ontem assinalou “mais um marco importante” no percurso daqueles que pelo IPCA passaram. Um ciclo que “nem sempre foi fácil”, disse Mariana Lima, recordando uma passagem pelo ensino superior que foi condicionada pela pandemia, “que vos privou de viver ao máximo o espírito académico, mas que vos tornou mais fortes, resilientes e com uma capacidade de adaptação inexplicável”, sublinhou.
Mariana Lima disse ainda que esta geração é muitas vezes considerada a “geração constantemente insatisfeita”, e alertou para realidades que justificam es- te permanente descontenta- mento: “a falta de reconhecimento, a desvalorização sala-rial, a emancipação tardia dos jovens, o aumento da emigração, os preços excessivos da habitação... É necessário criar condições para lançar e manter estes jovens qualificados no mercado de trabalho português. É preciso criar uma perspectiva de futuro motivante para nós jovens”, alertou.

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