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Braga

2018-11-09 às 06h00

Rui Miguel Graça

Baixa Terapia é uma comédia que está no Theatro Circo nos próximos dias. As sessões esgotaram, o que levou mesmo à criação de uma extra, agendada para domingo. António Fagundes esteve à conversa com o Correio do Minho e a Rádio Antena Minho.

Juntar na mesma peça a actual mulher, a ex-mulher e o filho não é algo que se vê todos os dias. António Fagundes conseguiu-o e com uma justificação: “Para quê falar da família dos outros se podemos fazer isso com a nossa”. Um facto interessante e que vincula ainda mais esta comédia que já conta com 150 mil espectadores nas salas portuguesas.
No Minho, para além do Theatro Circo de Braga, a peça Baixa Terapia ainda vai estar em exibição na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. Contudo vai percorrer vários pontos do país.

Baixa Terapia é uma comédia brasileira que está em exibição no Theatro Circo e tem tido um sucesso brutal. A sala de espectáculos de Braga está completamente lotada para todos os dias do espectáculo, facto que levou ainda a ampliar para mais um dia na Capital do Minho, logo o pano sobe igualmente no domingo, a partir das 21.30 horas no Theatro Circo.
Em entrevista ao programa 'Conexão' da rádio Antena Minho e ao jornal Correio do Minho, um dos maiores ícones televisivos brasileiros, António Fagundes, falou da peça, de Portugal e também do Brasil.

António Fagundes considerou a peça “uma comédia extraordinária” que foi escrita por um argentino. António Fagundes esteve na Argentina, conseguiu os direitos e “em apenas um ano” o projecto passou para o palco.
António Fagundes abordou ainda as questões políticas do Brasil, principalmente com a eleição de um novo presidente. Referindo que no actual quadro “foi eleito por 1/3 terço dos brasileiros” e espera que Jair Bolsonaro seja o presidente de “todos os brasileiros”, no sentido de não esquecer os “2/3 terços dos brasileiros que não o elegeram”, asseverou o actor.

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