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Braga, segunda-feira

Augustuna está a recrutar novos ‘caloiros’
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Augustuna está a recrutar novos ‘caloiros’

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Ensino

2017-02-15 às 07h54

Paula Maia

Recrutar novos elementos e divulgar o papel que os caloiros desempenham na tuna. Foi com este objectivo que a Agustuna -Tuna Académica da Universidade do Minho promoveu ontem, no Largo dos Peões, mais uma edição da Festa do Semina. “Procuramos novos elementos para que possamos crescer e atingir a nossa estabilidade”, diz Pedro Ferraz, também ele um ‘Semina’, ou seja, um caloiro desta tuna da UMinho.

Recrutar novos elementos e divulgar o papel que os caloiros desempenham na tuna. Foi com este objectivo que a Agustuna -Tuna Académica da Universidade do Minho promoveu ontem, no Largo dos Peões, mais uma edição da Festa do Semina. “Procuramos novos elementos para que possamos crescer e atingir a nossa estabilidade”, diz Pedro Ferraz, também ele um ‘Semina’, ou seja, um caloiro desta tuna da UMinho.

A Festa do Semina deve o seu nome a um antigo caloiro desta tuna, o ‘Semina’, nome com que foi ‘baptizado’ no seio do grupo.
“Somos uma das tunas da academia com maior número de caloiros, num total de 16”, afirma Pedro Ferraz.
Os caloiros são distinguidos entre ‘Seminóides’ e ‘Seminas’.

O ‘nível’ mais baixo, designado também por pré-caloiros, são os chamados ‘seminóides’. Trajados de preto, incorporam a figura do farricoco, ícone da Semana Santa de Braga e, por- tanto, um símbolo da própria cidade.
Segue-se o ‘Semina’, num nível superior. O tempo em que cada caloiro permanece numa destas categorias está dependente da sua dedicação à tuna, podendo permanecer aí durante alguns meses ou anos. “Há pessoas que aparecem todos os dias, dedicam-se a aprender um instrumento musical e a passagem para outro nível acaba por ser uma recompensa por esse trabalho”, revela Pedro Ferraz.

‘Rolhas’ é um dos ‘Seminóides’ da Augustuna. Estudante de Negócios Internacionais está agora dedicado à tuna, dando os seus primeiros passos nesta família.
‘Balelas’ integra já o grupo dos ‘Seminas’. “É uma experiência única. Estou há três anos a estudar na UMinho e só este ano é que entrei para a tuna. Era algo que queria há já bastante tempo, mas nunca tive oportunidade”, diz o aluno de Marketing.

O espírito de grupo é algo que ‘Balelas’ destaca no seio da Augustuna. “É como se fosse umafamília”, diz que caloiro que está já aprender um instrumento de percussão.
A Augustuna conta actualmente com 30 elementos activos, 16 dos quais são caloiros. A continuidade do grupo é sempre uma das preocupações dos seus líderes mas, segundo os responsáveis da Tuna Académica da UMinho, a sucessão está garantida.

A Festa do Semina, que teve como palco o Largo dos Peões, integrou um conjunto de actuações, contando com a presença de grupos convidados, nomeadamente o IPUM - Percussão Universitária do Minho; a Tun’ao Minho -Tuna Académica Feminina da Universidade do Minho e, claro, o grupo anfitrião, a Augustuna - Tuna Académica da Universidade do Minho.

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