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As três doses do costume no banquete da nossa felicidade
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As três doses do costume no banquete da nossa felicidade

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As três doses do costume no banquete da nossa felicidade

Desporto

2021-10-13 às 11h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Mais um dia no escritório. Ronaldo marcou três e, com uma bicicleta, esteve perto do póquer. Exibição de luxo resultou em mão-cheia de golos e tantos outros ficaram por marcar. Catar a um passo.

Os mais conservadores olham para a classificação do grupo A e percebem que, com dois empates (fora, com a Irlanda, e em casa, com a Sérvia) Portugal garantirá o primeiro lugar e consequente apuramento directo para o Mundial, em igualdade pontual com os sérvios, no pior dos cenários. Ainda assim, a alma lusitana não prevê conservadorismos, pelo que o único objectivo que norteia a armada comandado por Fernando Santos é, apenas, somar seis pontos frente a irlandeses e sérvios.
Ontem, no palco talismã do Algarve, ao quarto-de-hora a questão estava resolvida, com dois penáltis (que foram três, porque o juiz mandou repetir o segundo). Dois golos do suspeito do costume, que atingira, nesse momento, a bonita marca dos 800 golos como profissional. Ultrapassa-la-ia, mais tarde, com o hat-trick da praxe, a coroar mais um dia no escritório do ‘monstro’ que teima em contrariar os que, insistentemente, tentam colocar limites a esta força da natureza. O póquer, esse, só não apareceu porque Moris, com uma intervenção notável, evitou o golo da noite - bicicleta perfeita que o guardião luxemburguês afastou para canto.
Pois é, estamos quase no fim da crónica e quase só falámos de Ronaldo. E... poderia ser de outra forma? O homem é um fenómeno. Mas bem, referência também, claro, para os restantes colegas, que emprestaram o devido dinamismo a uma noite que tinha tudo para ser de satisfação.
Pelo meio do festival CR800, Bruno Fernandes, recebendo um passe açucarado e na altura exacta de Bernardo Silva, fez o 3-0, ainda antes dos 20 minutos. Pairou no ar uma espécie de reprodução do atropelamento dos sub-21 na semana passada frente ao Liechtenstein... mas não. Não é que as oportunidades para que isso sucedesse não existissem, mas a eficácia não bateu na percentagem máxima.
Quem também coroou uma brilhante exibição com um golo foi o médio todo-o-terreno Palhinha que, à imagem do jogo no Luxemburgo, voltou a fazer o gosto... à cabeça. Touché!

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