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Desporto

2010-11-22 às 06h00

Joana Russo Belo

Em vésperas do duelo da Liga dos Campeões, recorda-se a história que deu origem à alcunha do Sp. Braga de ‘Arsenal do Minho’. Mudança dos equipamentos aconteceu em 1944/45.

É uma alcunha que remonta ao ano de 1945. E teve a mão do então presidente José Antunes Guimarães. Em vésperas do duelo da Liga dos Campeões entre ‘almas gémeas’ - Arsenal de Braga e de Londres - o ‘Correio do Minho’ esteve à conversa com o filho do antigo presidente do clube, que explicou a origem da introdução dos equipamentos à Arsenal no Sp. Braga. Ao contrário do que já foi divulgado, José Guimarães defende que o apelido ‘arsenalistas’ não se deve ao treinador José Szabo, nos anos 30. Mas antes ao presidente da época - José Antunes Guimarães - “fervoroso adepto do Arsenal” e com ligações e negócios em Inglaterra.

“O Sp. Braga começou a usar nas reservas equipamentos à Arsenal, em 1945. Foi nessa altura que se mudaram os equipamentos à Benfica para o Arsenal. E a primeira equipa oficial a usar foi a que subiu à primeira divisão, em 1946/47. Com o meu pai na presidência”, contou.

Lembrando que Szabo “foi estagiar para Inglaterra em 1935, depois de ter ganho o campeonato pelo FC Porto”, José Guimarães documentou-se para comprovar a teoria, ilustrada em diversas fotografias da época e nos jornais ‘Correio do Minho’ entre 1944 e 46.

“Andámos a estudar tudo. O Szabo fez a época 1936/37 em Braga e vai para o Sporting até 1945. Depois volta a Braga em 1950. Era impossível o Szabo ter alterado o equipamento, porque em 1936 vê-se nas fotografias que equipavam à Benfica. Algumas teses não têm pés nem cabeça. Ele não tem nada a ver com esta mudança de equipamentos e a alcunha de arsenalistas. O Sp. Braga começou a equipar-se à Arsenal em 1945, nas reservas, e depois na época 46/47 equipou sempre à Arsenal. Esta é a história que desafio alguém a contradizer”, sublinhou.

Quanto ao duelo decisivo da ‘Champions’, José Guimarães não perde a esperança num triunfo minhoto: “vai ser difícil. Mas hipótese há sempre”.

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