Correio do Minho

Braga, quarta-feira

Arcebispo pede aos cristãos para frequentar a Universidade Católica
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Arcebispo pede aos cristãos para frequentar a Universidade Católica

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Braga

2017-02-06 às 06h00

Marlene Cerqueira

D. Jorge Ortiga apelou aos cristãos para que, de acordo com as suas possibilidades, frequentem a Universidade Católica. O arcebispo primaz falava na homilia da eucaristia a que presidiu na Sé Catedral e que assinalou o Dia da Universidade Católica Portuguesa, instituição de ensino superior fundada em Braga e que está a comemorar o 50.º aniversário. Toda a Igreja em Portugal celebrou ontem o dia da Universidade Católica, com as esmolas recolhidas nos ofertórios das missas a reverterem para ajudar, com bolsas de estudo, os alunos carenciados da Faculdade de Teologia.

D. Jorge Ortiga apelou aos cristãos para que, de acordo com as suas possibilidades, frequentem a Universidade Católica. O arcebispo primaz falava na homilia da eucaristia a que presidiu na Sé Catedral e que assinalou o Dia da Universidade Católica Portuguesa, instituição de ensino superior fundada em Braga e que está a comemorar o 50.º aniversário.
Toda a Igreja em Portugal celebrou ontem o dia da Universidade Católica, com as esmolas recolhidas nos ofertórios das missas a reverterem para ajudar, com bolsas de estudo, os alunos carenciados da Faculdade de Teologia.

Em Braga, D. Jorge Ortiga realçou que esta celebração “representa o ponto de partida para uma reflexão, de todos os cristãos e comunidades, sobre a importância desta instituição de ensino” superior. E realçou que “nestes momentos conturbados da sociedade portuguesa”, somos convidados “a colaborar com a nossa generosidade” para que ela possa “atingir os seus objectivos”, pois “de um modo ou de outro, todos recebemos muito da Universidade Católica”.

“Na verdade, graças à formação e à investigação que promove, a Universidade Católica prossegue uma missão com notórias vantagens para a Igreja e para toda a sociedade”, sublinhou o arcebispo de Braga aos fiéis que assistiram à eucaristia e que praticamente encheram a catedral.
Num mundo em que a fé cristã é uma entre muitas referências, o arcebispo realçou que a Universidade Católica “está aberta ao acolhimento de todas as sensibilidades ideológicas ou religiosas” e “não pode deixar de ser este espaço que abre horizontes, levando a Igreja a ser o sal e luz que se apresentam sem pressões nem imposições”.

Realçando que o diálogo de saberes tem de estar presente em todos os cursos promovidos na Católica e, de um modo proeminente, na Faculdade de Teologia, D. Jorge Ortiga dedicou especial atenção a esta última. Referiu que a Faculdade de Teologia é um espaço que os cristãos “deveriam estimar mais e reconhecer que nela não se preparam apenas os futuros sacerdotes mas está aberta a todos os leigos”. Isto é particularmente importante para o laicado da Igreja na medida em que “é imprescindível” que se torne “adulto na compreensão dos ministérios da fé para depois ser instrumento de anúncio com a atitude de quem conversa com o mundo, aprendendo e comunicando o que mais ninguém poderá oferecer”.

O arcebispo rematou a homilia recordando que estamos num Ano Mariano e pedindo a Maria para que “a Arquidiocese expresse um amor visível à Universidade Católica, ajudando-a a ser o que deve ser, aqui e agora, e aproveitando-a para uma formação que marque a vida de quem acredita”.

O presidente do Centro Regional de Braga da Universidade Católica, João Duque, assistiu à eucaristia e no final da celebração, interpelado pelos jornalistas, assegurou que a Universidade católica mantém a sua matriz cristã: “Dentro da Universidade Católica há uma orientação do pronto de vista ideológico coincidente com os princípios cristãos, mesmo que as pessoas não sejam critãos praticantes”, referiu, realçando que apesar da sua matriz, a Católica está aberta a todos, independentemente de crenças ou religião.

Na passagem dos 50 anos da instituição, João Duque considera que, em Braga, a Católica “tem o seu espaço” e que tem conseguido manter-se com equilíbrio, sobretudo tendo em conta o quadro de oferta formativa que existe no Minho a nível do ensino superior. Recordou ainda que a última aposta da instituição foi o curso de Turismo.

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