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Arcebispo apela à ‘frutificação’ de uma sociedade mais humana e mais justa
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Arcebispo apela à ‘frutificação’ de uma sociedade mais humana e mais justa

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Arcebispo apela à ‘frutificação’ de uma sociedade mais humana e mais justa

Braga

2019-12-06 às 06h00

Isabel Vilhena Isabel Vilhena

No dia do Padroeiro da cidade, S. Geraldo, D. Jorge Ortiga lembrou que o arcebispo S. Geraldo foi um construtor e defensor da preservação da história da cidade de Braga, um papel que também deve caber a cada um de nós.

“S.Geraldo é o padroeiro pelo seu papel de reconstrutor da cidade e é esse o apelo que deixo aos bracarenses para que sejamos capazes de continuar a construir a cidade e darmos as mãos no sentido de construirmos uma sociedade mais humana e mais justa”. O apelo deixado ontem pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, na visita das entidades à capela de S. Geraldo, no final da missa na Sé de Braga, integrada nas comemorações do Dia de S. Geraldo.
D. Jorge Ortiga lembrou que S. Geraldo foi um construtor e defensor da preservação da história da cidade de Braga, um papel que também cabe deve caber a cada um de nós.
“Todos temos o dever de construir e cuidar da cidade. Todos nós devemos sentir esta responsabilidade que tem como resultado o trabalho de todos”, apelou o arcebispo.
De portas abertas à comunidade, a capela de S. Geraldo apresenta-se decorada com quilos de fruta, e nesta cerimónia é entregue, simbolicamente, uma cabaz de cabazes de fruta à Câmara Municipal de Braga, em reconhecimento pelo trabalho realizado em prol da cidade de Braga.

O cabaz foi recebido pela vice-presidente da câmara de Braga, Sameiro Araújo, em representação de Ricardo Rio. “Este é um dia especial que se celebra o padroeiro da cidade. Este cabaz de fruta tem o simbolismo da abundância que queremos para todos os bracarenses”, afirmou Sameiro Araújo, reforçando o desejo de “continuar a trabalhar em parceria com a igreja de Braga para o bem comum de todos os bracarenses”.
Também o Deão do Cabido da Sé de Braga, Cónego José Paulo Abreu, realçou o simbolismo do cesto da fruta como “desejo de continuar a servir a cidade e os seus habitantes”, reforçando a colaboração com a câmara municipal e o papel de serviço da Sé Catedral de Braga que está de portas abertas à cidade e aos turistas, acolhendo mais de um milhão de pessoas por ano.

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