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APPACDM investe perto de meio milhão de euros para requalificar CAO de Gualtar
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APPACDM investe perto de meio milhão de euros para requalificar CAO de Gualtar

Braga

2020-10-31 às 06h00

Paula Maia Paula Maia

Financiamento é suportado por concurso submetido pela CIM do Cávado, pelo apoio da câmara de Braga e a uma verba alcançado no Orçamento Participativo de 2018. Obra deverá estar concluída em Março de 2021.

Quinhentos mil euros é o valor que a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) vai investir na requalificação do Centro de Actividades Ocupacionais (CAO) de Gualtar que vai permitir à instituição acolher cerca de 85 utentes, regularizando a situação de muitos jovens que não estão abrangidos pelos acordos de cooperação com a segurança social.
A assinatura do contrato para a execução da obra, a cargo da Corfour, teve lugar ontem, na sede da APPACDM, numa cerimónia que contou com a presença do presidente da câmara de Braga.

António?Melo, presidente da direcção da APPACDM, explicou que a obra, que arranca já em Novembro, resulta de dois concursos. O primeiro, financiando pelo Norte 2020, submetido pela CIM do Cávado, no valor de 290 mil euros, ao qual se junta ainda o apoio da câmara de Braga, no valor de 40 mil euros, que também foi responsável pela elaboração do projecto arquitectónico; e um segundo resultante de uma verba atribuída pelo?Orçamento Participativo de 2018, no valor de 85 mil euros, que cobrirá as despesas da substituição do telhado no CAO.
“O projecto prevê dois CAO’s de 30 jovens em cada um deles, e ainda um terceiro de 25. A instituição passará, por isso, a ter 85 jovens neste centro”, refere o dirigente, adiantando que o objectivo é que em Março de 2021 a obra esteja concluída.

Com as instalações devidamente licenciadas e reconhecidas pelo Centro Distrital da Segurança Social, a APPACDM procura também com este projecto regularizar definitivamente a situação dos utentes que não estão abrangidos pelo acordo com a segurança social, 45 no total. “Há muito tempo que a segurança social andava a pressionar a instituição porque necessitava que fizéssemos obras para legalizar a situação. Foi agora” diz António Melo, enfatizando que esta era uma obra ansiada há duas décadas.

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