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“Alunos e famílias já estavam a precisar do regresso à escola”
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“Alunos e famílias já estavam a precisar do regresso à escola”

“Estamos a passar por uma fase menos exuberante”

“Alunos e famílias já estavam  a precisar do regresso à escola”

Braga

2021-04-06 às 06h00

Paula Maia Paula Maia

Escolas do 2.º e 3.º Ciclo voltam a ganhar vida com o regresso dos alunos ao ensino presencial após mais de dois meses de confinamento.

Depois do pré-escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico, ontem foi a vez dos alunos do 2.º e 3.º ciclo regressarem à escola e ao ensino presencial, mais de dois meses após o confinamento. Um regresso aplaudido por alunos, famílias e professores que sublinham a importância do ensino presencial não só em matéria de aprendizagem mas, sobretudo, em termos de socialização.
No Agrupamento de Escolas de Maximinos voltaram ao ensino presencial 642 alunos. O regresso aconteceu na escola secundária, uma vez que estão a decorreu obras na Frei Caetano Bran- dão para a remoção do fibrocimento. Uma alegria “ a dobrar” para os estudantes que ‘inauguraram’ as obras de requalificação daquele estabelecimento de ensino. “Os alunos e as famílias já estavam a precisar da escola”, revela o director do agrupamento de Maximinos que acompanhou o regresso dos estudantes. “Senti a preocupação dos pais em saber como vai ser daqui para a frente, mas também um certo alívio por reconhecerem que as verdadeiras aprendizagens se fazem no ensino presencial. E havia já uma saturação porque foi muito tempo online”, admite Paulo Antunes.
No Agrupamento Alberto Sampaio foram mais de 600 os alunos que regressaram ao ensino presencial. “Este regresso é muito positivo.?Há cada vez mais um consenso generalizado de que o ensino à distância, que no princípio teve aquele impacto da novidade, foi apresentando muitas limitações ao longo do tempo, particularmente no que concerne à socialização e a todas as competências a ela associadas”, frisa o director João Andrade, acrescentando que a necessidade de acompanhamento presencial torna-se mais evidente em crianças com Necessidades Educativas Especiais. “O apoio a um aluno desta dimensão, que exige um toque, um proximidade, um perceber de qual é a dúvida, é algo que no ensino à distância não funciona tão bem”, sublinha o dirigente. Durante o último confinamento, o agrupamento acolher perto de uma centena de alunos com os mais diversos tipo de carências e necessidades na escola-sede. “O ensino à distância é uma ferramenta muito válida, tem dimensões que vieram para ficar, mas tem limitações que são incontornáveis e que só o ensino presencial permite resolver”, remata.
Foi também num clima de boa-disposição e, sobretudo, de confiança que decorreu o regresso dos alunos da EB 2,3 André Soares, num total de mais de 600 estudantes. “Vamos conseguir que isto funcione. Já tínhamos saudades dos alunos. Ver as salas preenchidas é fantástico. O lugar dos alunos é na escola”, diz Maria da Graça Moura, assegurando que as escolas continuam a ser locais seguros, onde se cumprem as regras de segurança.

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