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Ensino

2020-12-02 às 08h03

Paula Maia Paula Maia

São mais de 17 mil estudantes que estão inscritos para este acto eleitoral que, pela primeira vez, decorrerá via digital, através da plataforma eVotUM.

Decorrem hoje as eleições para os órgãos sociais da Associação Académica da Universidade do Minho. À corrida eleitoral apresentam-se duas listas, A e X, a primeira liderada pelo actual presidente, Rui Oliveira, e a segunda liderada por Alexandre Carvalho.
Gratuitidade e qualidade do ensino, alojamento estudantil e acção social são as principais áreas que preocupam dos dois candidatos que, acima tudo, querem representar as verdadeiras reivindicações dos alunos junto das várias entidades.
Um Ensino Superior de Qualidade e acessível a todos é uma das principais bandeiras da lista A - Academia 5.0 que dentro deste quadro reivindicativo defende um conjunto de medidas que visam a sua concretização. “Consideramos necessária a continuação da discussão em torno de novos métodos de ensino, da valorização de competências como as soft skills”, diz Rui Oliveira, considerando que este é o momento para promover a discussão em torno desta questão.

A qualidade do ensino passa ainda segundo o candidato, pela criação de condições para o acompanhamento do ensino não presencial, a valorização das competências transversais, a melhoria dos modelos de avaliação das unidades curriculares, entre outras.
Promover uma universidade acessível a todos é outra das reivindicações da lista liderada por Rui Oliveira que considera fundamental a adopção de uma estratégia que coloque na agenda a revisão do financiamento do ensino superior e o aumento do investimento na acção social com vista à redução do abandono escolar.
Mostrando-se satisfeito com a redução da propina para as licenciaturas e mestrados integrados, Rui Oliveira considera fundamental que se reduza e uniformize as propinas do 2.º e 3.º ciclos e caminhe para a “gratuitidade do ensino”.

O alojamento estudantil é outras das preocupações do candidato que defende o aumento da oferta de residências públicas universitárias, “cabendo à UMinho o papel de regulação no mercado imobiliário de arren-damento para estudantes”.
Apesar de terem sido já identificados quatro edifícios para a criação de novas residências (a Escola Secundária D. Luís de Castro e o edifício do Exército junto, em Braga, e a Escola de Santa Luzia e o Convento Rosa Lima, em Guimarães), não foram verificados avanços. Rui Oliveira considera que “é urgente garantir que as soluções não fiquem no papel num horizonte de curto e médio prazo”.
Além do aumento de camas, o candidato da lista A quer se seja também assegurada a renovação das condições das residências universitárias.
E porque a função de uma associação académica não se centra só no campo político, a lista A quer continuar a garantir uma panóplia de actividades e respostas “para que a comunidade académica saia mais enriquecida da universidade”. Rui Oliveira que fala em actividades na área do empreendedorismo, do desporto, da cultura e no campo social, apontando como exemplo as várias respostas que a associação deu aos estudantes em tempo de pandemia.

Ensino democrático, público e acessível a todos são as bandeiras da Lista X

Um ensino superior democrático, público e gratuito, acessível a todos. É sobre estes pressupostos que assenta a candidatura da lista X, liderado por Alexandre Carvalho, que ser a voz dos estudantes da academia minhota, privilegiando a proximidade, em detrimento “dos formulários”.
Alexandre Carvalho destaca, em primeiro plano, a necessidade de “caminharmos para o fim da propina nos próximos dois anos em todos os ciclos”.
Uma acção social reforçada, com apoios específicos nomeadamente no que diz respeito a complementos de alimentação, transporte é outra das reivindicações.

Aumentar o número de camas para estudantes através da construção de novas residências é ainda uma das prioridades da lista X que alega que a pandemia agravou o problema da falta de residências na UMinho. Até que se concretize, a lista X defende que se estabeleça protocolos com hostels e pensões a fim de aumentar temporariamente o alojamento.
Ainda neste âmbito, Alexandre Carvalho diz que pretende a renovação das condições das actuais residências, nomeadamente a instalação de cozinhas nas residências em Guimarães e a requalificação das de Braga.
Face à situação actual, o candidato defende o ensino presencial sempre que possível e alocação de fundos com vista a alargar o escopo das medidas de combate à Covid.

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