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Agrupamento 25 Merelim S.Pedro :assinala 62 anos de tradição
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Agrupamento 25 Merelim S.Pedro :assinala 62 anos de tradição

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Agrupamento 25 Merelim S.Pedro :assinala 62 anos de tradição

Braga

2020-08-23 às 08h00

Isabel Vilhena Isabel Vilhena

A completar 62 anos, o Agrupamento n.º 25 - Merelim S. Pedro é uma espécie de ‘pai’ que vê que crescer os filhos da freguesia e que os acolhe com todo o carinho e amizade nesta que é a ‘segunda casa’ dos merelinenses.

Prepara-se para assinalar 62 anos no último fim-de-semana de Novembro. Este ano, devido à pandemia do novo coronavírus Covid-19, as comemorações poderão estar um pouco mais limitadas, porém, os dirigentes do Agrupamento 25 - Merelim S. Pedro garantem que a data não vai passar em branco.
“Vamos assinalar 62 anos de existência do nosso agrupamento. Nestas comemorações procuramos sempre juntar as promessas das secções para dinamizar a actividade e o aniversário”, contou, expectante, António Duarte, chefe do Agrupamento n.º 25 - Merelim S. Pedro.
Fundado em 1958 pelo pároco da altura - padre Fonseca -, desde então, o agrupamento foi sempre em crescendo em número de elementos e actividades. “Este agrupamento é uma tradição nesta freguesia. Quase todos os jovens acabam por passar pelo agrupamento. Actualmente, temos 103 elementos e 19 dirigentes investidos, o que é raro hoje em dia. Todos crescemos com o agrupamento. Qualquer um de nós que tenha filhos, eles andam cá e o ‘bichinho’ fica cá dentro”, assinala, com “orgulho”, Miguel Correia, dirigente da secção dos Pioneiros.
O contacto com a natureza, sempre numa óptica de formação, faz do escutismo, nomeadamente deste agrupamento uma “autêntica escola não formal”, acrescenta Miguel Correia.
Ora, o agrupamento funciona também como ‘promotor’ das tradições da freguesia, como por exemplo: os Maios, o presépio, a tradição do compasso pascal, etc. “Nós estamos sempre prontos a ajudar nas actividades da freguesia e da igreja”, contou Manuel Alvelos, dirigente da secção de Exploradores.
À semelhança de outros agrupamentos, a actividade dos escuteiros encontra-se suspensa, devido à pandemia. Preocupado, mas optimista, o chefe do Agrupamento n.º 25 - Merelim S. Pedro lembra que “o escutismo vive de relações, contactos e de encontros. Limitar isso poderá ser um grande inconveniente, mas estou convicto que vamos encontrar alternativas para motivar os elementos a aparecer e, principalmente, os pais deixarem que os filhos participem”.
Com os “pés bem assentes na terra”, António Duarte afirma que “este agrupamento procura fazer as coisas à medida que se vão proporcionando”, salientando a“actividade internacional onde o agrupamento já participou”.
Apreensivo quanto ao futuro e às limitações que o Covid - 19 impõe, Sílvio Moreira, dirigente da secção dos Caminheiros sublinha as actividades de âmbito nacional (como por ex: acampamento nacional) que “são experiências sempre únicas e nos marcam para toda a vida. Sempre que vou é uma nova aventura, nunca é igual à anterior e deixa sempre aquele ‘bichinho’ de ir à próxima actividade”.

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