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Agressores de militares da GNR ficaram em liberdade
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Agressores de militares da GNR ficaram em liberdade

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Casos do Dia

2018-02-21 às 06h00

Miguel Viana

Jovens terão agredido dois militares da GNR que foram chamados para pôr fim a uma situação de alegado assédio sexual num hipermercado.

Os dois indivíduos, com 21 e 24 anos que anteontem à noite agrediram dois militares da GNR em Vila Verde, ficaram em liberdade, com Termo de Identidade e Residência, depois de terem sido presentes ontem a tribunal. Os dois detidos são residentes em Amares.
Os dois homens foram detidos na sequência de uma altercação registada numa superfície comercial do concelho.
O caso aconteceu por volta das 21.30 horas de segunda-feira, quando a GNR recebeu o alerta de que dois jovens estariam a incomodar duas mulheres na superfície comercial, usando mesmo piropos de cariz sexual, indicou uma fonte da GNR, à agência noticiosa Lusa.

Os militares da GNR tentaram identificar os indivíduos e retirá-los do local, mas eles ofereceram resistência e foi necessário fazer uso da força, acrescentou a mesma fonte.
Os militares tiveram de chamar reforços, nomeadamente do Posto de Prado e e do Destacamento de Intervenção da GNR de Braga.
Na sequência dos confrontos os dois militares e os dois jovens tiveram de receber tratamento no Hospital de Braga, tendo recebido alta durante a noite.
Um familiar dos detidos referiu que não houve nenhum tipo de assédio, por parte dos dois jovens e alegou que se tratou de mais um caso contra a comunidade cigana, queixando-se de discriminação e de racismo.

A situação levou a um reforço do policiamento, por parte da Polícia de Segurança Pública, junto da Urgência do Hospital de Braga.
Depois da audiência judicial, os dois irmãos afirmaram a intenção de apresentar queixa contra os militares da GNR.
À saída do Tribunal de Vila Verde o homem mais novo queixou-se ao juíz de que levou um tiro de raspão no lado esquerdo da cara, tiro esse que terá sido efectuado por um dos militares.
Os dois irmãos garantiram, ainda, que não assediaram ninguém.

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