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Açores: Carlos César lamenta destaque mediático apenas para os problemas do arquipélago
Líder sem medo de se impor abate castores muito mansos

Açores: Carlos César lamenta destaque mediático apenas para os problemas do arquipélago

Cidades de Braga e Lausanne de mãos dadas

Nacional

2011-02-20 às 15h46

Lusa Lusa

O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, destacou hoje o “importante esforço” que o executivo tem feito na área social, lamentando que apenas mereçam destaque mediático os problemas existentes no arquipélago.

O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, destacou hoje o “importante esforço” que o executivo tem feito na área social, lamentando que apenas mereçam destaque mediático os problemas existentes no arquipélago.

“São quase sempre as insuficiências e os problemas que alcançam o privilégio da mediatização, ficando no desconhecimento os Açores positivos que diariamente se constroem e se usufruem”, afirmou Carlos César, salientando que o executivo “tem vindo a fazer um importante esforço que, não sendo bem conhecido, é muito relevante”.

Nesse sentido, salientou que o governo regional financia anualmente com mais de três milhões de euros serviços dedicados a pessoas com deficiências e necessidades especiais, entre os quais centros de atendimento, unidades de reabilitação, residências adaptadas e unidades de vida apoiada e protegida, que beneficiam no total mais de 550 pessoas.

Carlos César falava na Ribeira Grande, em S. Miguel, no lançamento da primeira pedra do novo Centro de Actividades Ocupacionais, orçado em mais de dois milhões de euros, que vai servir meia centena de pessoas com deficiência grave.

“Já são 17 os centros de atividades ocupacionais nas nossas ilhas”, frisou o presidente do governo regional, acrescentando, no entanto, que “o apoio imprescindível às pessoas com deficiência não se esgota na criação de equipamentos e novas valências”.

Por essa razão, salientou que o executivo “tem dado orientações para que o centro de actividades ocupacionais elabore um plano individual para cada pessoa que acolhe, que enquadre a sua inclusão social e profissional nas suas múltiplas componentes”.

“Este plano sócio-educativo individualizado para a qualidade de vida da pessoa com deficiência deve abranger também a utilização das novas tecnologias de comunicação e dimensões como o desporto, turismo social, subsistência após a morte dos cuidadores diretos e acessibilidade aos serviços públicos”, afirmou.

O novo Centro de Actividades Ocupacionais da Ribeira Grande vai ser construído num imóvel de elevado valor patrimonial no centro da cidade, onde já funcionou o tribunal, num projeto que manterá a fachada da casa e aproveitará os espaços verdes existentes nesta propriedade.

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