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ACB diz que é fundamental o prolongamento do layoff

Braga

2020-07-14 às 06h00

Paula Maia Paula Maia

O layoff simplificado termina já no final de Julho, mas Domingos Barbosa diz que o governo estará já a trabalhar em novas soluções. “O governo sabe muito bem que se travar agora o layoff será uma desgraça autêntica para as empresas e para o país. Nem salvamos a saúde nem a economia”, diz o dirigente empresarial.

O presidente da Associação Comercial de Braga (ACB) voltou ontem a defender a necessidade do governo prolongar, pelo menos até final do ano, o layoff simplificado como forma de apoiar as empresas que atravessam um período crítico em termos de tesouraria.
Durante a visita à Spormex, empresa ligada ao sector de montagem de stands e eventos, Domingos Barbosa defendeu ainda que, após terminar o layoff, o governo deve encontrar mecanismos que permitam às empresas reintegrar os seus activos de acordo com o volume de facturação. “Se não temos facturação é porque não temos dinâmica económica e, por isso, não precisamos de tantos funcionários”, afirmou o presidente da ACB, para quem os activos deveriam de ser enquadrados “dentro do desenvolvimento da própria empresa”.
O layoff simplificado termina já no final de Julho, mas Domingos Barbosa diz que o governo estará já a trabalhar em novas soluções. “O governo sabe muito bem que se travar agora o layoff será uma desgraça autêntica para as empresas e para o país. Nem salvamos a saúde nem a economia”, diz o dirigente empresarial.
“Queremos ver a situação do layoff prolongada e melhorada”, continuou Domingos Barbosa, sublinhando para os sectores de actividade “que estão completamente parados”, como é o caso do sector do eventos, deveria ser o Estado, através da Segurança Social, a assumir o seu pagamento na íntegra.
“O governo já tem hoje um apanhado de quais os sectores de actividade que estão a laborar a 50, 30 por cento. E também já há uma perspectiva das empresas que, para já, estão inactivas, como são as promotoras de feiras e eventos”, justifica ainda o dirigente, considerando que nestes casos concretos o layoff tem de ser “específico”, já que as empresas “não têm fundos de maneio para aguentar a sua dinâmica económica”.
“Há sectores de actividade que estão completamente parados. O sector dos eventos é um deles”, diz Domingos Barbosa, revelando que a situação agrava-se com o facto de não haver perspectivas a curto prazo de quando é que a retoma do sector poderá ser feita.
Os pagamentos às empresas que estão na esfera do?Estado e dos municípios devem também, segundo o dirigente, ser acelerados por forma a “ajudá-las a atravessarem a fase mais crítica”, remata.

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