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A gás e eléctricos TUB renovam a frota

Braga

2019-10-08 às 06h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Com a aquisição de 32 novos autocarros, que avança ainda este ano, a empresa municipal de Transportes Urbanos de Braga (TUB) renova um terço da sua frota.

Com a aquisição de 32 novos autocarros, que avança ainda este ano, a empresa municipal de Transportes Urbanos de Braga (TUB) renova um terço da sua frota.
Entre os 32 autocarros a adquirir, sete serão eléctricos, somando aos seis que já integram a frota, fazendo de Braga a cidade do país com mais autocarros eléctricos, apontou o administrador dos TUB, Teotónio dos Santos, ontem, no final da reunião do executivo municipal onde foi aprovada a abertura do procedimento para o financiamento bancário para esta renovação da frota.

Os vereadores do PS, que votaram contra a proposta de financiamento bancário para aquisição dos novos autocarros, questionaram a opção por autocarros a gás natural e eléctricos.
A vereadora socialista Helena Teixeira defende “o investimento em soluções mais sustentáveis e mais amigas do ambiente”.
Para a oposição socialista, o melhor investimento seria em autocarros eléctricos, ainda que fosse em menor quantidade, argumentando que existe uma maior comparticipação do Estado para estes veículos.
No final da reunião, o vereador do PS, Artur Feio reforçou o desequilíbrio da proporção entre eléctricos e movidos a gás natural, criticando a “opção política” e a “força dos números” para concluir que um milhão de euros “separou uma decisão mais amiga do ambiente”.

Helena Teixeira questionou ainda o prazo do financiamento bancário, considerando que os 12 anos propostos “comprometem os TUB”.
Apesar de reconhecer a necessidade de renovação da frota dos TUB, o vereador da CDU, Carlos Almeida, optou pela abstenção e quis esclarecer a opção por um financiamento bancário no valor total do investimento - dez milhões de euros - quando existe uma comparticipação de 3,6 milhões de euros do programa operacionais sustentabilidade e eficiência no uso de recursos (POSEUR) para esta aquisição.

Sobre esta matéria, o administrador dos TUB explicou que a empresa já tem crédito de curto prazo a rondar os quatro milhões de euros e aproveita esta oportunidade para o transformar em crédito de longo prazo, contribuindo para a estabilidade financeira.
Entre autocarros a gás e eléctricos, Carlos Almeida lembra que “há estudos para todos os gostos”, aceitando que “tanto uns como outros são menos poluentes” e que “ambientalmente vamos no bom caminho”.
A crítica do vereador comunista prende-se com a exigência da comparticipação comunitária obrigar a abater uma viatura por cada uma mais amiga do ambiente adquirida.

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