Correio do Minho

Braga, quarta-feira

Uma juventude de valores

Saúde escolar: parceiro imprescindível das escolas de hoje

Ideias Políticas

2017-11-07 às 06h00

Francisco Mota

A 4 de Novembro de 1974 nascia a Juventude Centrista, não por meio de um tradicional acto de escritura ou de tomada de posse, mas antes por um momento marcante da sua história e para a história que escreveria no País. Nesse mesmo dia a extrema esquerda tenta tomar de assalto o Teatro São Luís, onde decorria o comício da Juventude Centrista, numa demonstração de autoritarismo, barrar de consciências e de imposição de um sistema político em que aprisionava o povo português. 43 anos depois podemos garantir aos jovens de então que valeu a pena correr o risco pela liberdade de pensamento, tolerância e por uma sociedade mais democrática.

A agora, Juventude Popular não é proprietária da democracia, como não o é uma qualquer outra ideologia ou partido político, mas teve um papel preponderante na construção do Portugal democrático, nunca se vergando ao radicalismo pós-revolucionário e permitindo a liberdade integral do indivíduo. “Não guardamos rancor àqueles que de forma tão brutal perturbaram o nosso trabalho pacífico. E se podemos respeitar os seus pontos de vista, se podemos ser superiores à sua agressividade violenta, o que não consentimos é que o país se afunde num belicismo retrógrado e primário”, foi desta forma que Adelino Amaro da Costa encarou o desafio de construir uma Juventude que seria diferente, mas nunca indiferente para o seu país.

Somos uma juventude partidária assente em princípios que nunca abdicaremos, não somos de modas políticas, mas estamos conscientes dos desafios presentes e futuros. Não nos fechamos em nós mesmos, sabendo construir em comunidade uma sociedade cada vez melhor. Temos uma matriz popular, próxima das pessoas e com soluções reais e exequíveis para os seus problemas.
Volvidos estes anos parece redutor voltar a reflectir sobre de onde vimos e de quem somos, mas o actual panorama político leva-nos a ter que vitalizar que esta “juventude não é instalada”.

Com uma forma diferente de estar do que as dos anos 70 e 80, as extremas esquerdas volta assumir o poder pelo poder e com uma agenda ideológica muito bem definida e condicionante das liberdades do indivíduo. Não tenhamos dúvidas, que os seus programas políticos continuam a querer impor o totalitarismo, perseguição da iniciativa privada e controle das instituições públicas.

Com as novas gerações centristas temos o garante de uma juventude preparada, liberta do estado e defensora do mérito enquanto elevador social. Fieis aos princípios de uma sociedade mais justa e fraterna estaremos atentos e sem receio de dizer o que pensarmos em prol de Portugal e dos Portugueses.
Connosco os valores ganham vida!

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