Correio do Minho

Braga,

Um Santo Natal e um Próspero Ano Novo

Amigos não são amiguinhos

Ideias Políticas

2013-12-24 às 06h00

Francisco Mota

O espírito natalício invadiu as ruas da nossa cidade. A Luz e o frenesim, próprio desta época, vigoram pelas calçadas da urbe. A cultura, a música e a gastronomia invadem os sentidos dos bracarenses e de quem nos visita.
Numa estratégia conjunta entre o Município e a Associação Comercial de Braga, a capital do Minho conseguiu-se finalmente posicionar como “Capital do Comércio”, proporcionando um verdadeiro marco histórico naquilo que pode e deve ser o conceito de uma cidade que cria e acrescenta valor à nossa região.

O programa “Braga é Natal” já se afirma como um sucesso. Envolver toda a comunidade Bracarense e as organizações do concelho são sem dúvida o segredo para esta conquista. Esta nova marca permitiu colocar Braga no roteiro nacional, atraindo pessoas e riqueza para a nossa economia. As concertinas, os cavaquinhos, as guitarras, os coros, os grupos folclóricos, o mercado, as lojas e o bolo-rei entre tantos outros foram os ingredientes ideais para um evento recheado de êxito.

Não poderia deixar de referir que o ambiente harmonioso da iluminação de Natal, em soma com os milhares de pessoas na rua, reveste Braga de uma atmosfera cosmopolita, fazendo lembrar as grandes capitais europeias.
Reconhecendo a importância do espírito mais materialista do Natal, não nos podemos desorientar daquilo que é a essência desta época. A celebração do nascimento de Jesus trás consigo o renascimento sem cessar da alegria, da esperança, da justiça e da fraternidade. Num período tão difícil como o que vive a nossa sociedade é fundamental revestirmo-nos destas premissas para que sejamos capazes de ultrapassar as arduidades.

Este período natalício deve-nos permitir reflectir sobre a importância da solidariedade e do espírito familiar. Olhemos para o exemplo da Sagrada Família como fomento à nossa força e persistência para derrubar os obstáculos e as dificuldades da vida.
A esperança no novo ciclo, não apenas económico, mas sobretudo de credibilização e de incitação aos valores da doutrina social da Igreja na sociedade portuguesa são os meus desejos neste Natal.
Assim, desejo um Santo Natal e um Próspero Ano Novo a todos os leitores do Correio do Minho e de uma forma muito especial a todos os Bracarenses.

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