Correio do Minho

Braga, quarta-feira

The name of the game? Futebol!

O que nos distingue

Ideias Políticas

2014-06-17 às 06h00

Hugo Soares

Liberto, hoje, o treinador de bancada que cada um tem dentro de nós. Escrevo no rescaldo de uma humilhante derrota da nossa seleção perante a Alemanha. Se nos custa perder seja contra quem for, nem que seja a feijões, dói muito ser vergado perante o País de Merkle e ainda por cima num Mundial.

Sou daqueles que dou conta de mim, fora de mim, a berrar ou barafustar violentamente por causa da bola que não entra ou do penalty que não foi marcado (ainda que não o fosse necessariamente). Numa palavra: sou dos doentes. Não tenho o preconceito que o futebol não é chique e que “fino” é não nos misturarmos nessas massas humanas que enchem estádios. Pelo contrário. O futebol é festa, é ocupação, é libertação. É exagero, é manifestação e sobretudo paixão.
Portugal perdeu.

Perdeu porque a Alemanha é mais forte, mas porque fomos manifestamente inferiores ao que era esperado. Não temos que necessariamente ser campeões do mundo, mas não nos devemos colocar na posição de um País sem tradição ou pergaminhos no futebol. Que diabo (!), o melhor jogador do mundo é Português e temos no onze titulares das melhores equipas do mundo. O que não podemos é ser petulantes é campo e sobranceiros nas escolhas. Mas adiante.

Paulo Bento é um treinador teimoso que tem um punhado de jogadores que estejam bem, assim a assim ou muita mal jogam sempre. É o caso de Patrício, de Miguel Veloso ou Nani. Ora, eu, como todo o português, tenho a minha seleção. Na baliza jogava o Beto. Não gosto do Patrício. Acho um guarda-redes interessante “nos postes” e muito fraco no resto. Na defesa tudo certo. Apenas a nota que levaria Antunes comigo para o Brasil. No meio campo os três titulares do Paulo Bento são jogadores demasiados parecidos. O meu meio campo seria William Carvalho, João Moutinho e Rafa. Rafa é o único “dez” capaz de dinamizar e criar desequilíbrios.

Na frente, Ronaldo é indiscutível. Quaresma era titular nesta seleção de caras (de certeza que não se comportava como Pepe). Éder o goleador. Se este for o onze que entre contra os Estados Unidos (claro que sem Quaresma) tenho a certeza que vamos ganhar, nas calmas, e mostrar aos EUA que de futebol percebemos nós. Se não for, não estou menos certo que ganharemos na mesma; no fundo somos todos Portugal e Portugal está sempre à frente.
Força Portugal!

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