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Regresso às aulas e acesso ao ensino superior

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Regresso às aulas e acesso ao ensino superior

Voz às Escolas

2022-10-03 às 06h00

Hortense Lopes dos Santos Hortense Lopes dos Santos

Terminado Setembro, mês que marcou o início do ano letivo, leva-nos a refletir sobre este retomar das atividades.
Este ano retomamos as atividades letivas dentro da normalidade, com os horários ajustados (dentro do possível) à situação pós pandemia, com os alunos, professores e pessoal não docente sem a máscara obrigatória, permitindo conhecermo-nos melhor, cumprimentar com o sorriso que fazia falta.
Mas o mês de setembro não é só o regresso às aulas nas nossas escolas. Para os que terminaram o ensino secundário, o momento é mais significativo pela entrada no ensino superior, um mundo novo, pleno de desafios, a última passagem antes da entrada no mercado de trabalho e a assunção de novas responsabilidades. Não esquecemos que o percurso destes alunos que agora termina foi realizado em condições completamente diferentes do que era habitual, devido a suspensão de aulas ou aulas à distância, através dos meios digitais, exigindo de todos empenho, dedicação, entrega, empatia, trabalho.

A espera pela publicação dos resultados do acesso ao ensino superior provoca alguma ansiedade, principalmente nos alunos e respetivas famílias, mas também na restante comunidade escolar. No entanto, estamos muito orgulhosos pelo trabalho realizado. Os nossos alunos estão, quase sempre, colocados nas opções pretendidas e este ano não foi exceção.
Mas vamos aos números, no que diz respeito ao ensino superior público.
Na primeira fase, dos 423 alunos que apresentaram candidatura, 356 foram colocados e a maioria na primeira e segunda opção. Tendo em conta os cursos pretendidos, verificamos a diversidade desde a Enfermagem, a Medicina, as Engenharias, o Direito, a Arquitetura, entre muitos outros.
Quanto às universidades e institutos superiores que receberam os nossos alunos, destaca-se a Universidade do Minho que recebeu 190, o Instituto Politécnico do Cávado e Ave com 40 e o Instituto Politécnico de Viana do Castelo com 23. Os restantes estão distribuídos por outras instituições do continente à Universidade dos Açores, por exemplo.

Na segunda fase foram colocados 58 alunos, sendo a tendência dos cursos semelhante à primeira.
Constatamos, que muitos dos nossos alunos com classificações mais altas escolhem cursos de engenharia ou outras áreas. Destaco, por exemplo, o aluno com a classificação mais alta, podendo escolher qualquer curso, optou pelo de Física da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
Destaco também os nossos alunos que terminaram o curso profissional e apresentaram candidatura ao ensino superior, obtendo colocações como por exemplo, Ciências do Desporto, Desporto e Lazer, Gestão, entre outros.
Não podemos deixar de referir que o acesso ao ensino superior está diretamente ligado aos resultados dos exames nacionais, sendo que nestes na maioria das disciplinas apresentamos médias superiores às médias nacionais. Relevantes, ainda, as classificações obtidas nos exames e as classificações obtidas na avaliação interna, cujas são aproximadas.

Estes bons resultados são um incentivo para continuarmos a promover uma cultura de qualidade associada à exigência e responsabilidade, razão de ser e o foco da nossa ação.
A Associação dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Braga atribui, anualmente, o Prémio Henrique Pereira aos melhores alunos do 10º e 12ºano da Escola Carlos Amarante e da Escola Alberto Sampaio.
No passado sábado, dia 1 de Outubro, procedeu-se à entrega do prémio relativo ao ano letivo 2020/21. Os 2 alunos da ESCA que receberam o Prémio Henrique Pereira foram: a Ana Ribeiro, do 10ºano (este ano frequenta o 12ºano) e do 12ºano, o Diogo Mota que frequenta o curso de Medicina na Universidade do Minho.

Atendendo aos resultados e a todo o trabalho realizado diariamente nas nossas escolas, a direção aproveita para, publicamente, agradecer e enaltecer o corpo docente do agrupamento, reconhecidamente empenhado, exigente, trabalhador e competente. Sem os seus professores, sem estes professores, o agrupamento não estaria, como está, entre os melhores que a educação pública pode oferecer em Braga.
Não posso deixar de agradecer também ao pessoal não docente que no quotidiano colabora com os professores, os alunos e famílias para que o ambiente das nossas escolas seja propício ao bom desempenho de todos, favorecendo a excelente formação que preconizamos.
Para todos, muito obrigada e bom ano letivo.

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