Correio do Minho

Braga, quarta-feira

Qualidade de vida ambiental

Sem Confiança perde-se a credibilidade

Ideias

2011-03-30 às 06h00

Pedro Machado

A BRAVAL orgulha-se de, ao fim destes anos, ter feito enormes progressos no que respeita à mudança de mentalidade da parte das pessoas, que já estão mais consciencializadas e sensibilizadas em termos de preocupação ambiental.

Orgulho-me de gerir uma empresa que partilha um grande sentimento de dever cumprido, apresentando grandes resultados a nível ambiental assim como a nível financeiro.
A nossa força é a razão, razão esta que não nos permite deixar de pensar no meio ambiente/saúde pública/saúde ambiental, dia após dia, ano após ano. Só assim conseguimos os resultados presentes, que acredito, que no futuro serão ainda melhores.

O Ecocentro de Resíduos Industriais não perigosos da BRAVAL, orgulha-se de ter a tarifa mais barata de recepção de resíduos. A BRAVAL cobra cerca de 33 Euros por tonelada de resíduos sem potencial de valorização (e recebe gratuitamente qualquer resíduo reciclável).
Esta foi uma grande vitória da região da Braval e, em particular, das Câmaras Municipais Accionistas. Por outro lado, e pela experiência acumulada em mais de uma dezena de anos na gestão de resíduos, poderemos afirmar que com esta situação fará que se altere a tendência do abandono de resíduos.

É de extrema importância, no que concerne ao tratamento de resíduos, que haja uma consciência de saúde pública e não de criação de riqueza. Esperamos que se crie uma livre concorrência, no sector dos resíduos, para que o cliente possa escolher onde quer depositar os seus resíduos, quer seja pelas tarifas, quer pela prestação de um serviço de qualidade e eficiente. Nunca se viu e oxalá nunca chegue a ocorrer que, quando se abre um hospital ou um colégio privado, se feche o hospital ou a escola pública.

O passado já lá vai! Longe vai o tempo em que as pessoas não tinham consciência da necessidade do tratamento de resíduos, que desconfiavam de tudo o que era feito relativamente a este assunto.
Quando se falava em construir aterros sanitários em Portugal, para encerrar e recuperar as lixeiras a céu aberto, as pessoas ficavam desconfiadas de que essa era uma atitude para o bem comum, para a melhoria da Saúde Pública/Ambiental.

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