Correio do Minho

Braga,

Portugal segue em Frente

Amigos não são amiguinhos

Ideias Políticas

2015-10-06 às 06h00

Francisco Mota

Como primeiro apontamento cumpre-me cumprimentar todos os eleitores do ‘Correio do Minho’, em especial os bracarenses, neste regresso às crónicas quinzenais enquanto representante do CDS-PP.
Nada melhor que começar esta nova temporada logo após as eleições legislativas e sabendo que Portugal segue em Frente. Pois foi esta a escolha dos portugueses: continuar a confiar o seu futuro e o futuro dos seus filhos na mão daqueles que recuperaram a soberania e a independência do País.

A coligação Portugal à Frente venceu claramente o escrutínio do último domingo, talvez o mais difícil dos 40 anos de democracia. Com um percurso político e económico muito difícil, com uma acção bastante condicionada, a destreza, a competência e o trabalho aliado ao sacrifício dos portugueses, foram a chave do sucesso para o governo ver renovada a liderança à frente dos destinos de Portugal.

Ao longo da noite eleitoral ouvidos diversos analistas sobre uns tantos cenários possíveis na governação do estado e bastantes interpretações sobre os resultados eleitorais o que me leva a colocar algumas questões e ao mesmo tempo algumas respostas: Como foi possível os leitores voltarem a colocar o seu voto numa coligação que lhes impôs tantos sacrifícios?

Os eleitores perceberam que o país não pode viver com o dinheiro que não tem. E, por isso, não quiseram arriscar o regresso a um programa que, ao prometer tudo no caso do Partido Socialista, poderia trazer de novo a Troika e deixar cair por terra todos os sacrifícios que fizeram até hoje. Confirmando dessa forma Passos Coelho e Paulo Portas, no contexto europeu, como sendo os primeiros líderes a ser reconduzidos após terem liderado um programa de ajustamento financeiro.
Que interpretação deve o partido socialista tirar destas eleições?

Na política não vale tudo, a realidade com que vive o PS, não comunga com a realidade dos portugueses. Prepararam-se muito mal para estas eleições. Neste momento, pela história e responsabilidade, que o partido socialista tem na sociedade democrática portuguesa deve encarar estes números como uma oportunidade que os portugueses nos deram de programar e preparar o futuro de Portugal com compromisso e estabilidade.

Ao contrário da mensagem deixada por António Costa o Partido Socialista não foi conduzido nos seus mandatos para um golpe de estado na assembleia da república querendo-se unir à esquerda irresponsável e radical como forma de chegar ao poder. Percebam de uma vez por todas a mensagem que o povo quis passar. O país necessita de um PS responsável e comprometido, para que não voltemos ao estado em que nos deixaram em 2011.

Que futuro nos reserva?
Sem dúvidas que Passos Coelho e Paulo Portas vão ter um legislatura difícil, mas nada que eles próprios não tenham já provado que são capazes de ultrapassar em nome de uma causa maior que é Portugal. O futuro tem todas as condições para ser próspero, acreditando nos sinais da nossa economia, das nossas empresas e das nossas famílias podemos afirmar que Portugal está no caminho certo. Mas o sucesso de amanhã depende do empenho de todos hoje só dessa forma podemos dizer que Portugal segue em Frente!

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