Correio do Minho

Braga, sábado

Porque voto na Aliança Portugal e José Manuel Fernandes

O nível de vida português pode ser ultrapassado pelos países do leste europeu

Ideias Políticas

2014-05-20 às 06h00

Hugo Soares

No próximo dia 25 os Portugueses são chamados a escolher os seus representantes no Parlamento Europeu. Não são, como alguns querem fazer crer, eleições de somenos. Antes, são determinantes para o futuro da Europa (pela primeira vez escolhemos também quem vai ser o próximo presidente da Comissão Europeia) e fundamentais para Portugal. Hoje, percebemos todos a importância que as decisões europeias têm na nossa vida quotidiana e, mais do que isso, não olvidamos a solidariedade europeia.

Do jardim de infância onde andam os nossos filhos, às estradas onde circulamos, ao programa Erasmus, à mobilidade sem fronteiras, até ao centro de dia onde repousam os nossos avós, a contribuição europeia está presente e mais das vezes nem nos lembramos. Muito devemos à Europa e muito deve a Europa a Portugal. Mas a verdadeira essência da construção Europeia está no mais belo projeto de paz que a União Europeia se transformou. Se pensarmos naquilo que - aqui bem perto, na Ucrânia - se está a passar não deixamos de considerar (e de que maneira!) como a comunhão cultural e cidadã que a UE construiu é essencial.

Por tudo quanto se tem dito, não restam dúvidas que a o caminho que ainda falta trilhar é imenso, mas por isso e pelo que já foi feito, os portugueses não podem deixar de ir votar.
E, sem rodeios, deixo aqui o profundo apelo não só à votação de todos, mas sobretudo à votação na Aliança Portugal. E porque voto eu na Aliança Portugal? Em primeiro lugar porque rejeito liminarmente aquilo que a esquerda radical defende.

O não cumprimento do tratado orçamental ou a saída do Euro (como defendem o BE e o PCP) seria o primeiro passo para um Portugal isolado e mais pobre. Resta o PS e a Aliança Portugal. Voto Aliança Portugal porque tem os melhores candidatos. É a única lista representativa de todos os distritos do País. A lista do PS concentra no Porto e em Lisboa os seus candidatos elegíveis. E, por maioria de razão, a Aliança Portugal é a única lista que tem em lugar elegível um minhoto de provas dadas no Parlamento Europeu, o nosso José Manuel Fernandes, que mais do que ninguém merece a nossa a confiança.

Depois porque a Aliança Portugal dá importância aos mais jovens: tem três candidatos com menos de trinta anos nos treze primeiros lugares; no PS o mais jovem aparece em 15º! Além de que a lista do PS junta, em união de esforços, tudo aquilo em que não acredito: os irresponsáveis do governo Guterres, os responsáveis pela bancarrota do Governo Sócrates e os mal-amados de Seguro.

Mas falando de ideias e projetos, a lista do PS apenas quer nacionalizar a campanha. As duas propostas europeias que apresentaram foram rejeitadas (imagine-se!) pela sua família europeia que as caraterizaram de demagógicas e impossíveis de concretizar.

Portugal não pode pois voltar para trás. É porque se tratam de eleições europeias, é porque se trata da nossa credibilidade junto dos nossos pares, é porque, como disse Bono Vox a “Europa foi um pensamento e tem que ser um sentimento” que eu voto na Aliança Portugal!

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