Correio do Minho

Braga, segunda-feira

Os rankings e o Curso de Especialização Tecnológica

O desastre da extrema-direita

Voz às Escolas

2010-10-18 às 06h00

Hortense Lopes dos Santos

Na Escola Secundária Carlos Amarante congratulamo-nos por, no mesmo dia em que foram tornados públicos os rankings nacionais, ver aprovado o Curso de Especialização Tecnológica (CET), na área da Construção Civil, de formação qualificante de nível 4, tornando-nos numa das poucas escolas secundárias a consegui-lo.

Trata-se de um curso pós-secundário que envolve um protocolo com a Escola de Engenharia da Universidade do Minho, no âmbito do qual os nossos alunos ao ingressarem no curso de Engenharia Civil têm equivalências para algumas disciplinas.
Na ESCA sempre lutamos por diversificar a oferta educativa, indo de encontro à procura e expectativa da comunidade escolar. Será com muita satisfação que disponibilizaremos esta opção.

A aprovação deste curso é o culminar de esforço, perseverança e optimismo, em especial, do subdirector desta escola. Mas agradeço também a todos os envolvidos na produção dos documentos que compõem o projecto enviado para os organismos centrais do Ministério da Educação e que levaram à sua aprovação.
Na última sexta-feira foram publicados os rankings das escolas básicas e secundárias.
Estes resultados são recebidos pelas escolas com alguma expectativa.

A maioria dos professores não trabalha a pensar nos rankings mas, poderemos dizê-lo, a pensar nos exames nacionais e a preparar os seus alunos para o melhor desempenho. Para os alunos, o ingresso no ensino superior e no curso pretendido é mais importante do que a classificação da sua escola no ranking.
Mas não ficamos indiferentes aos resultados dos rankings. Analisadas as diversas publicações, verificamos que continuamos bem posicionados relativamente às escolas do distrito, tendo em conta o elevado número de provas realizadas e os resultados obtidos.

Na ESCA continuaremos a afirmar, orgulhosos, que somos a melhor Escola.
Joaquim Azevedo, membro do Conselho Nacional da Educação e com muitos trabalhos publicados nesta área, afirmou em entrevista recente publicada num jornal que “os rankings são um contributo para aferir a qualidade das escolas mas que era necessário enriquecer o indicador dos exames com outros indicadores”.

A análise dos rankings deverá ser feita à luz de variáveis que o grande público não apreende - número e diversidade das provas de exame, características do público-alvo, etc.
Os alunos que nos procuram são todos acolhidos, desde que haja disponibilidade na área de estudo pretendida, o que nem sempre acontece em todas as escolas, públicas ou privadas, como afirma Joaquim Azevedo na entrevista que citei.
Para nós, a posição no ranking é um elemento mais a ter em conta na orientação da ESCA, como escola inclusiva de excelência.

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