Correio do Minho

Braga,

O Natal, as crianças e os brinquedos

A Europa paga aos agricultores para não produzirem?

Escreve quem sabe

2016-12-24 às 06h00

Fernando Viana

O Natal é sem dúvida a festa da família. É sempre com prazer que se dão e recebem prendas nesta época festiva de partilha. Já para as crianças então este é um período mágico em que se anseia para chegar à árvore e descobrir as prendas que foram destinadas a cada uma. Compete a quem oferece, designadamente à família, aproveitar a ocasião para uma lição pedagógica. Somos todos consumidores, mas “é de pequeno que se torce o pepino”, pelo que é muito mais fácil a aprendizagem enquanto se estão a formar como pessoas, cidadãos e consumidores.
Desde logo, seria importante a família que oferece habitualemnte, a netos, filhos, sobrinhos, afilhados, amigos, etc., fazer previamente o planeamento do Natal e das ofertas que pretende fazer. Desta forma, poder-se-ia evitar duplicação de prendas e, eventualmente em vez de os diversos membros oferecerem cada um a sua prenda, combinarem uns com os outros o que oferecer. Em vez de se oferecer um sem número de brinquedos, porque não juntar o dinheiro e comprar um bom brinquedo, que a criança vai valorizar, em vez de ser apenas mais um.
Por outro lado, convém valorizar prendas que tenham um cariz pedagógico, que permitam facilitar as aprendizagens e que perdurem no tempo.
Convém não esquecer que os recursos são finitos, que a quantidade de brinquedos, embalagens, pilhas, entre outros, têm um impacto ambiental enorme, sendo de evitar a disseminação de materiais plásticos e um amálgama de produtos químicos que podem ser perigosos para todos e em especial para os mais pequenos, que desconhecem os perigos e tudo levam à boca.
Priveligiar prendas que sejam de facto úteis como roupa, calçado, experiências pedagógicas em que toda a família pode participar (como uma visita a um parque temático ou a um museu), pode ser preferível a oferecer mais um jogo de vídeo que vai contribuir para a sedentarização e o isolamento da criança, já para não falar da violência associada a muitos jogos.
De qualquer modo, os brinquedos fazem parte também do imaginário das crianças. Assim, não se esqueça de verificar se o brinquedo tem pilhas-botão e se o seu compartimento é facilmente acessível pela criança. As pilhas-botão se engolidas ou aspiradas podem ficar presas na garganta e causar queimaduras graves (em menos de duas horas) ou mesmo a amorte.
Leia os avisos de segurança e as instruções do brinquedo. Verifique se possui arestas cortantes ou bordos que podem magoar ou causar ferimentos averigue se existem peças pequenas que podem facilmente soltar-se e que caibam na boca da criança (podendo causar sufocação)aproveite para criar nas crianças hábitos de arrumação até para minimizar riscos. A maior parte dos acidentes com brinquedos ocorre quando as crianças caiem sobre os mesmos.
Caso pretenda saber mais sobre este assunto, contacte o CIAB: em Braga: na R. D. Afonso Henriques, n.º 1 (Ed. da Junta de Freguesia da Sé) 4700-030 BRAGA * telefone: 253 617 604 * fax: 253 617 605 * correio eletrónico: geral@ciab.pt ou em Viana do Castelo: Av. Rocha Páris, n.º 103 (Villa Rosa) 4900-394 VIANA DO CASTELO * telefone 258 809 335 * fax 258 809 389 * correio eletrónico: ciab.viana@cm-viana-castelo.pt , ou ainda diretamente numa das Câmaras Municipais da sua área de abrangência ou em www.ciab.pt.

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