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Braga, quarta-feira

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M de Mudança

O maior desafio dos 50 anos de Democracia

Ideias

2010-05-23 às 06h00

José Cunha Rodrigues José Cunha Rodrigues

Assisto ao documentário “Universos paralelos” da BBC - sobre as novas descobertas de uma nova dimensão, ou membrana, uma “supercorda” universal que dá nome a uma nova teoria: M -, isto numa semana em que o sol reina e mata, embora já se adivinhem (para amanhã!) mudanças climatéricas bruscas. Essa teoria diz que tudo, matéria e campo, é formado por membranas, e que o universo flui através de 11 dimensões - até agora eram 10. Na verdade, a Kabbalah sempre o disse (10 Sefirot+1, que seria Daat). Ou seja, nada de novo. Mas o inesperado já virou moda, e por essa razão decido dedicar atenção a um tema destes, que para muitos ainda não está muito bem assimilado: a “inexplicável” mudança dos tempos.
Todos percebemos, finalmente, que isto está a mudar (e a doer) mais “rápido” do que imaginávamos. Além dos terramotos, das catástrofes mundiais (veja-se o caso Islândia: apenas uma “tosse” e o estrago que causou; já para não falar do susto), temos ainda as sucessivas depressões da humanidade - quase ninguém consegue aguentar pressões: no trabalho, nos relacionamentos, enfim ondas do universo que poucos seguram. (De)pressão talvez seja muito mais do “não aguentar a pressão”.
EM 2010 ESPEREM PELO INESPERADO, é o título de uma Mensagem de Emmanuel (por Regina M.B. dos Santos - não sei quem é!), dirigida aos “Amados Irmãos e Irmãs da Terra”, que me chega “às mãos” esta semana, também. Apesar da suposta conspiração (ou não) diz que “nós dos Reinos Superiores estamos em grande alegria por testemunhar o nascimento da nova Gaia” porque “esta é a primeira vez que um planeta inteiro tenta duplicar-se num plano superior de existência no sistema solar.“ Esta duplicação “é a primeira etapa do processo de ascensão de Gaia” significando que “haverá a separação em dois planetas; uma etapa comparada à reprodução celular - tipo Mitose. (…) No caso de Gaia, o processo é mais parecido com a Meiose, em que as células criadas por esse processo não são idênticas à célula original.” Em suma, a separação que deverá ocorrer prende-se com o que irá acontecer no ano de 2012, diz o(a) autor(a).
Para Emanuel “alguns experimentarão catástrofe, alguns experimentarão ascensão (…).” Tudo dependerá de como “as suas consciências vibrarem numa mesma taxa, (…) e serão separados pela ilusão de espaço e tempo.“ Pavoroso é pensar que “todos aqueles que não têm a sua taxa vibratória simplesmente desaparecerão da sua realidade.”
O sentido purgatório, de limpeza, surge sempre quando perdemos o foco do essencial, é certo. Por isso é que “a consciência determina em que vida vivemos neste instante” e concordando com parte deste texto, sem dúvida “são as nossas crenças que fixam a consciência em determinada parte da vida.”
O ano 2012 “marca o fim da humanidade”, ou seja experimentaremos algum tipo de fim. 2012 será a “colheita da ascensão” mas também “algum tipo de começo”. E prefiro pensar assim: não sendo um fim, será o começo de algo porque houve uma transformação. Esperemos que sim.

A consciência colectiva está a criar novas conexões entre indivíduos que pertencem ao mesmo 'grupo de alma', independentemente da distância física entre eles. Prova disso é a procura de tanto apoio espiritual nos tempos que correm. Há um “contrato de vida para cumprir, e muitos estão a mudar as  suas atitudes em relação à vida, mudando  o mundo em que vivem. Muitos, muitos, saíram do seu condicionamento, e podem ver a liberdade total apenas a alguns passos à frente, porque um novo paradigma está a nascer.”

O ciclo a aproximar-se do fim (ou será do começo?) permitirá que “novas oportunidades tragam novas responsabilidades.” O porque tempo de ontem já não é o mesmo de hoje, termino com frase que mais me tocou nesse texto: “Não esperem até amanhã. Hoje é um bom dia para começar.”

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