Correio do Minho

Braga, quinta-feira

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Diplomas em tempo de 130.º aniversário

Ideias

2018-05-02 às 06h00

Pedro Machado

Hoje quero aqui abordar a importância dos fundos comunitários para o desenvolvimento do país e mais concretamente, da nossa região.
Desde a sua criação que a Braval Sistema de Tratamento de Resíduos Sólidos, S. A., contou com o apoio de diversos fundos comunitários para o desenvolvimento da sua atividade, fundamental para os municípios que abrange, que, de outra forma seria impossível concretizar, em tão curto espaço de tempo. 
Os fundos europeus permitiram, desde 1998, a construção de raiz do aterro sanitário, como alternativa adequada às lixeiras a céu aberto, uma infraestrutura que cumpria todos os requisitos técnicos, aprovada por todas as instâncias nacionais e da Comunidade Europeia.

Foi também com recurso a estes apoios que a Braval procedeu ao encerramento e recuperarão ambiental das 11 lixeiras a céu aberto, autênticos cancros ambientais, existentes nos 6 concelhos: Amares, Braga, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde.
De seguida, implementou a recolha seletiva, no ano 2000, com a construção da Estação de Triagem e a colocação de ecopontos, para que a população pudesse proceder à separação dos resíduos e, estes, serem encaminhados para reciclagem, incluindo também neste apoio a educação e sensibilização ambiental.

Mais tarde, a Unidade de Tratamento Mecânico/Central de Valorização Orgânica, que veio revolucionar o tratamento de resíduos na nossa região, um investimento de aproximadamente 20 milhões de euros (9 milhões na Iª fase e 11 milhões na 2ª fase) cofinanciado pela União Europeia, apoiado em 69% pelo Fundo de Coesão (QCA III), na Iª fase, e em 85% pelo QREN POVT, na IIª fase.
Mais uma vez, o programa de funcionamento Portugal 2020 permitirá um grande reforço da recolha seletiva, com a aquisição de 3 novas viaturas para a recolha de ecopontos e o reforço da rede de ecopontos com a colocação de mais 350 ecopontos (150 subterrâneos e 200 de superfície).

Irá permitir também a otimização da estação de triagem e a introdução da fração de embalagens na triagem mecânica.
Neste projeto está incluída também a sensibilização e a educação ambiental, pois o foco está na população, no fornecimento do conhecimento e ferramentas necessárias para a sua contribuição, separando as embalagens e melhorando o meio ambiente.

As infraestruturas são necessárias, mas podem valer pouco se a população não corresponder na sua melhor utilização e separando os seus resíduos.
Tudo isto seria impensável sem os apoios da União Europeia que devem ser bem escrutinados na sua utilização, para que continuem a ser um sucesso no desenvolvimento do nosso país, e em particular da nossa região, em todas as áreas.

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