Correio do Minho

Braga, segunda-feira

Eficiência energética (forno, placas e microondas)

Tancos: falta saber quase tudo

Escreve quem sabe

2012-01-21 às 06h00

Fernando Viana

Temos vindo nas últimas crónicas a falar de eficiência energética, tomando como referência o Guia da Eficiência Energética proposto pela Agência para a Energia, não apenas como uma forma de gerar uma poupança económica, que assume maior significado numa época de degradação do rendimento disponível por força de sucessivos aumentos dos preços dos bens e serviços, e dos impostos. Mas também como um meio de proteger o ambiente, por via da menor libertação de emissões poluentes e de preservação de recursos para as gerações vindouras.

Ocupamo-nos hoje dos fornos, das placas e dos microondas.

Os fornos podem ser de dois tipos, a gás e elétricos, sendo aqueles energeticamente mais eficientes. Relativamente aos fornos elétricos, que se têm generalizado, a etiqueta energética distingue entre três tipos de tamanho, segundo o volume útil do forno: pequeno, médio e grande. Escolha de preferência um forno de classe energética A, já que consome menos de metade da energia que um classificado na classe G.

Para além da escolha do forno tome em atenção que:

• Não deve abrir o forno desnecessariamente. Cada vez que o faz perde no mínimo cerca de 20% da energia acumulada no interior;
• Deve aproveitar ao máximo a capacidade do forno, cozinhando, se possível, o maior número de alimentos;
• Normalmente não é necessário pré-aquecer o forno para cozinhados com duração superior a 1 hora;
• Os fornos com ventilação interna favorecem a distribuição uniforme do calor, poupam tempo e, por conseguinte, gastam menos energia.

Por seu turno, as placas também podem ser a gás ou elétricas, e neste último caso, de resistências convencionais, de tipo vitrocerâmico ou de indução. As placas de indução, que aquecem os alimentos ao gerarem campos magnéticos, são muito mais rápidas e eficientes que as demais.
Finalmente, os microondas constituem os eletrodomésticos com maior taxa de crescimento nos últimos anos. Para além de pouparem tempo, são energeticamente muito eficientes (o consumo de energia é 60% a 70% inferior ao de um forno elétrico).

A terminar referimos alguns conselhos úteis em relação a todos os equipamentos aqui referidos:

• Para cozinhar, escolha eficazmente os recursos disponíveis: microondas, placa e por último o forno;
• Procure que o fundo dos recipientes seja ligeiramente maior que a fonte de calor da placa de modo a aproveitar o calor ao máximo;
• Utilize panelas com fundos de grande difusão de calor;
• Sempre que possível, utilize panelas de pressão. Consomem menos energia e poupam tempo;
• Tape as panelas durante a sua utilização: consumirá menos energia;
• Aproveite o calor residual dos fornos e das placas elétricas, desligando-as alguns minutos antes do prato estar pronto.

Para mais informações, contacte o CIAB:
• Em Braga: R. D. Afonso Henriques, n.º 1 (Edifício da Junta de Freguesia da Sé).
• Em Viana do Castelo: Av Rocha Páris, n.º 103 (Edifício Villa Rosa).

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