Correio do Minho

Braga, quinta-feira

Do pôr-do-sol ao luar intenso da noite de verão

As Bibliotecas e a cooperação em rede

Conta o Leitor

2011-07-16 às 06h00

Escritor

Por Daniela Costa

Numa tarde de Verão, Luís e Margarida estavam a passear à beira-mar quando uma grande onda veio e molhou-os. Luís foi buscar a sua toalha e tapou Margarida que estava toda molhada e cheia de frio. Margarida agradeceu-lhe com um gesto de carinho. Sentaram-se na areia a ver o pôr-do-sol intenso que parecia não acabar. De repente dois vultos apareceram por detrás de Margarida e puxaram-na pelos seus lindos caracóis dourados como ouro, atiraram-na para dentro de uma carrinha que estava estacionada no parque de estacionamento e desataram a fugir. Luís tirou uma caneta da mochila e um papel e tentou anotar a matrícula mas apenas conseguiu metade, pois a carrinha já tinha virado na esquina de uma rua em terras desconhecidas, habitada por pessoas que nunca tinham saído de lá. Luís pegou na sua bicicleta e sem hesitar foi levar o papel que continha metade da matrícula à polícia Da esquadra, ligou para os pais de Margarida a contar o sucedido. Os pais de Margarida ficaram em pânico e só pensavam em ir ter com Luís à esquadra.
  Quando lá chegaram, o senhor comandante disse-lhes:
 - Estamos a fazer os possíveis e os impossíveis para encontrar a vossa filha, e devem agradecer a este rapaz que nos deu uma ajuda preciosíssima.
  O investigador criminal entra e chama o comandante. Ninguém sabe para quê mas esperam que seja boa notícia. Ouvem-se sirenes a tocar perto dali. Eram os carros que iam a sair do estacionamento para ir ao encontro da carrinha que transportara Margarida.
  Quando chegaram perto da carrinha ouviram tiros. A mãe de Margarida começou a chorar pois pensava que tinham alvejado a filha. Enquanto o pai e o namorado de Margarida a tentavam acalmar, a polícia penetrara o armazém, ou melhor, o barracão velho onde se encontrava Margarida alvejada num braço, estendida no chão a chorar com tantas dores. Um carro da polícia levava Margarida ao hospital mais próximo enquanto o comandante prendia os raptores.
  Chegada a casa, Margarida sentara-se numa cadeira com Luís, deu-lhe a mão, enquanto os dois viam as estrelas cintilantes e o Luar intenso daquela noite de Verão.

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