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Desafios para cumprir em 2024

O maior desafio dos 50 anos de Democracia

Desafios para cumprir em 2024

Ideias

2024-01-07 às 06h00

Sérgio Castro Rocha Sérgio Castro Rocha

Aproveito para desejar aos leitores e a toda a equipa do Jornal Correio do Minho um excelente ano de 2024. Neste seguimento, chamo a atenção para algumas metas a cumprir neste novo ano, no âmbito da sustentabilidade ambiental, através de pequenos gestos e comportamentos que no seu conjunto são fundamentais para a nossa sobrevivência e garantir que as próximas gerações possam usufruir, de forma sustentável, dos nossos recursos naturais.
Deixo, então, alguns desafios a cumprir como poupar energia, através de modelos mais eficientes de lâmpadas, evitar deixar luzes e aparelhos eletrónicos ligados sem necessidade ou até mesmo acumular as roupas sujas para evitar usar a máquina de lavar muitas vezes.
É importante, também, reduzir o consumo de água sendo que, através da nossa rotina diária, é possível tomar algumas ações muito simples, como deixar a torneira fechada enquanto escovamos os dentes, ou os cuidados durante o banho e a lavagem da louça, assim como na rega do jardim.

Um outro fator fundamental é a redu-ção do consumo de plástico. Sabia que o plástico demora entre 450 e 500 anos para se decompor, além de ser um material cujo processo de reciclagem é mais complexo.
Outra atitude muito relevante passa por fazer a separação do lixo, sendo uma forma bastante eficiente de contribuir para um planeta mais limpo e saudável. Com uma atitude simples como a de separar os resíduos, geramos grandes resultados e contribuímos para um mundo melhor e mais sustentável para todos!

Por uma economia circular e um futuro mais sustentável deixo algumas dicas sobre os materiais recicláveis como o papel (quase todos os tipos são recicláveis, desde papelão, jornais, revistas, livros ou cartolina); o plástico (são plásticos recicláveis os sacos plásticos, garrafas PET, tampinhas de garrafa, brinquedos, embalagens de produto de limpeza e embalagens plásticas em geral); vidros (garrafas, copos e frascos de vidros podem ser 100% reciclados, com exceção das lâmpadas, cerâmicas, espelhos, cristais e vidros temperados); metais (podem ser recicladas as latas de alumínio, pregos, ferragens e cobre) ou orgânicos (são exemplos de resíduos orgânicos os restos de alimentos, cascas de frutas e verduras, resíduos de podas ou papéis sujos ou engordurados como embalagens de alimentos ou guardanapos).

Sabia que desde o início deste ano de 2024 todos os municípios são obrigados a efetuar a recolha de biorresíduos, envolvendo a população neste processo de uma forma global a fim de evitar o destino final dos resíduos em aterro e assim promover uma economia sustentável, com base na reciclagem ou transformação biodegradável dos resíduos. Há municípios que já têm um caminho desenvolvido nesta área e outros ainda estão a começar, mas ninguém pode ficar para trás.
Nesta primeira crónica do ano ficam alguns desafios para cumprir de uma forma simples. Importa assumir o compromisso, numa luta que é de todos e o contributo de cada um é fundamental para acelerar esta transformação.

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