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Coisas que se vão sabendo

Como vai ser a proteção do consumidor europeu nos próximos anos

Coisas que se vão sabendo

Ideias

2020-09-04 às 06h00

Borges de Pinho Borges de Pinho

1. Ou não se sabendo, diga- também, já que há uns tempos que deixámos de ouvir falar no Matos Fernandes e no Galambas, e desconhecemos por completo como vão correndo os “negócios” do lítio por terras barrosãs, onde nos garantiram que de lá não levam nada. Por causa do ambiente, dizem, e mais “confusões” que se geraram, sendo que, quanto a “embrulhos” e problemas, Matos Fernandes já têm bastantes. Aliás a vinda para o aterro de Lousada de “lixo” de Itália, quando se sabe e se tem visto o que por lá se passa com o corona vírus e o “lixo” dos hospitais, é de causar arrepios e dores de cabeça tão só pensar o que de tal “negócio” resultará, mormente em termos de contaminação, contágio e perigo num país que vem gastando gel, água e sabão, e máscaras, diga-se, para ver se se escapa melhor à pandemia. O Matos Fernandes, segundo li algures, já disse que tal “lixo” vem tratado e que não há qualquer perigo, mas desde há muito que não acredito na sua cabeça nem nos seus ditos, pois tenho ainda presente todas as suas “broncas” em questões do ambiente, mormente as secas no rio Ponsul, as cheias no Mondego, os cheiros nas minas de Valongo, os problemas com as águas vindas de Espanha, etc. Aliás ele só esteve bem, “valente” e “façanhudo” quando houve o problema dos motoristas dos materiais perigosos, só tendo faltado uma “bazuca” para levar tudo em frente e resolver logo o problema, já que voz forte e “peito” não lhe faltou.

2. Também não temos ouvido falar no Galambas, mas o susto que apanhou em Boticas deve tê-lo quase tirado o pio. Só tem de esperar ou então passar a acompanhar o jovem Ministro das Infraestruturas que há dias quase “batia” nas pessoas quando se pôs a discutir as exigências da TAP, o Nuno Santos, crê-se, um antigo deputado do PS por Aveiro que dizem ser o “Delfim” do Costa, pois fala alto e até já sabe fazer o V de vitória como o chefe, ao sair do parlamento. Claro que sempre tivemos um certo medo dos “Delfins”, mas o certo é que é desta raça que se fazem os grandes chefes, ditadores e políticos, mas antes talvez deva ter o bom gosto de apreciar as caldeiradas de enguias da Murtosa e dar uns passeios pela ria, e de moliceiro. E convidar para o passeio, se não for num moliceiro serve mesmo um mercantel, a também deputada do PS por Aveiro e nova presidente do CD da FPF, a prof. universitária Cláudia Santos, indicada pelo Lacão, para se ir desde já habituando às guerras, balanços, problemas e “enjoos” da política metida no futebol, para mais quando há sinais de lutas e processos entre Porto e Benfica, aliás um clube da capital com representação a alto nível no governo e nos media.

3. Depois da “bronca” havida com a “flatulência” verbal dos Costa, Marcelo, Centeno, o “barulho” do Rio e da Catarina, os comentários dos deputados, as reuniões, as promessas, os pedidos de desculpa, os “recuos” e “explicações” do Marcelo, afinal o Ronaldo das Finanças entrega a pasta ao Leão e foi para governador do BP. Mas o Marcelo deve perder a mania de andar a dar “bocas”, ele que agora não é o comentador político a que se habituou, e porque se está em período de calamidade estão-lhe vedados os beijos, abraços, selfies e até o usual “paleio”. Tem de ter calma, aceder ao pedido do miúdo do CDS, não se meter na política e deixar os bolinhos de bacalhau e os pastéis de nata lá para a próxima campanha. Aliás já tem o apoio do Costa, que assim afastou qualquer ideia da “avó Ana Gomes” de concorrer, de certo modo atrasando o congresso do PS e também a sua sucessão. Está cada vez mais hábil o Costa das “vacas” a voar, e das habilidades políticas, mas já deve ter percebido que o Centeno não é flor que se cheire e estando no Banco de Portugal muita “gentinha” vai ter de se haver com ele. Ele, além de algarvio, tem memória e costuma não esquecer quem lhas faz, mesmo a desfazer-se em sorrisos.

4. Voltando ao homem do ambiente, que defende Montijo com todos os cabelos da sua já brilhante careca, até querendo fazer piada com o “gato fedorento” de Paredes de Coura, há dias revelou que os avós o levavam à missa em pequeno, de onde ele procurou retirar uma lição ou “saber” que ninguém apanhou, mas a grande verdade é que continuam os problemas com o ambiente e que foi feita uma grande descarga poluente na ria. Um tema de que não se tem ouvido nada ou pouco, pois agora a pressão está toda nos negócios das máscaras não aprovadas ao Cordeiro, o socialista das farmácias, com quem a DGS se fartou de fazer negócios, como aliás com outros. Porque, é bom que se diga, se muita gente está na miséria, sem emprego e já a passar fome, há outros, e muitos, que se têm “enchido” com a pandemia, fazendo-nos evocar as palavras da ministra da agricultura, a respeito do futuro, e que tanta celeuma então causaram.

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