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Voz às Escolas

2023-09-04 às 06h00

Hortense Lopes dos Santos Hortense Lopes dos Santos

Hoje, retomamos o contacto com os leitores do “Correio do Minho”.
O quotidiano do nosso Agrupamento tem sido a inspiração para as reflexões publicadas. Neste momento poderíamos escrever sobre o início do ano letivo ou sobre os resultados do acesso ao ensino superior. Optamos pelo último tema.
Como é do conhecimento público, está concluída a primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior 2023.
Apreciando os resultados de 2023, optei por partilhar a comparação com os resultados de 2010 (referidos na crónica publicada em setembro desse ano) e com 2018 (como exemplo).
Em 2010, num universo de 1007 alunos inscritos para exame nacional, 358 apresentaram candidatura (64%), sendo que destes 311 foram colocados na primeira fase (87%).
Por opção, 151 alunos conseguiram colocação na primeira opção (49%), 70 na segunda (23%), 39 na terceira (13%), 30 na quarta (10%), 13 na quinta (4%) e 8 na sexta opção (3%).
Em 2018, num universo de 1022 alunos inscritos para exame nacional, 448 apresentaram candidatura (70%), sendo que destes 400 foram colocados na primeira fase (89%).
Por opção, 212 alunos conseguiram colocação na primeira opção (53%), 93 na segunda (23%), 48 na terceira (12%), 28 na quarta (7%), 12 na quinta (3%) e 7 na sexta opção (2%).
Este ano, num universo de 954 alunos inscritos, 425 apresentaram candidatura (76%), sendo que destes 359 foram colocados na primeira fase (84%).
Por opção, 198 alunos conseguiram colocação na primeira opção (55%), 83 na segunda (23%), 35 na terceira (10%), 23 na quarta (6%), 15 na quinta (4%) e 5 na sexta opção (1%).
Continuando a comparar os números, em 2010, tendo em conta as 15 opções mais frequentes, a ESCA colocou 24 alunos no curso de Medicina, 14 no curso de Engenharia Mecânica, 12 no curso de Direito, 10 nos cursos de Engenharia Civil, Engenharia Electrónica Industrial e Computadores, Enfermagem e Psicologia, 9 nos cursos de Línguas Aplicadas e Arquitectura, 8 nos cursos de Tecnologias e Sistemas de Informação, 7 nos cursos de Ciências da Comunicação e Engenharia Informática e 5 no curso de Gestão.
Em 2018, tendo em conta as 15 opções mais frequentes, a ESCA colocou 18 alunos no curso de Medicina e no Curso de Enfermagem, 17 no curso de Engenharia Informática, 12 no curso de Contabilidade, 11 no curso de Engenharia e Gestão de sistemas de Informação, 9 em Bioquímica, Engenharia Mecânica e Ciências da Comunicação, e 8 em Marketing, Biologia e Geologia, Direito, Gestão, Engenharia Civil, Engenharia Eletrónica Industrial e Computadores e Engenharia Física.
Mas, este ano, verificamos alterações significativas nas opções dos alunos, nomeadamente nas 15 mais frequentes. Foram colocados 23 alunos em Engenharia Informática, 15 alunos em Enfermagem, 12 em Medicina, e Engenharia e Gestão de Sistemas de Informação, 11 em Engenharia Mecânica, 9 em Engenharia Eletrónica Industrial e Computadores, 8 em Design de Produto, Engenharia Civil e Arquitetura, 7 em Economia e Educação Básica e 6 em Bioquímica, Ciências da Comunicação, Direito e Gestão.
Podemos concluir pelos números apresentados que se verifica a alteração significativa nas opções dos alunos nos últimos anos. Verificamos que muitos dos nossos alunos com classificações mais altas optaram mais por cursos de engenharia informática, mecânica, gestão de sistemas de informação, gestão industrial e menos por cursos na área da saúde. Temos constatado esta tendência nos contactos com os alunos e famílias.
Mas na escolha das instituições do ensino superior, mantem-se a tendência. A Universidade do Minho continua a acolher a maioria dos nossos alunos (este ano, 183 e mais 11 na Escola Superior de Enfermagem), sendo para muitos a primeira opção. Segue-se o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) com 48 alunos colocados nas diversas opções. Neste caso, não contabilizamos os alunos do ensino profissional que estão inscritos nos Cursos Superiores Técnicos.
Confrontados com estes resultados, mais uma vez, a direção aproveita para, publicamente, agradecer e enaltecer o corpo docente do agrupamento, reconhecidamente empenhado, exigente, trabalhador e competente. Mas não esquecemos e agradecemos ao pessoal não docente, sempre disponível para os alunos, contribuindo para o bom ambiente que se vive nas nossas escolas.
A toda a comunidade educativa em geral e, em especial, aos nossos alunos e aos ex-alunos que nos enchem de orgulho e deixam muitas saudades, desejamos um futuro feliz!

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