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6 de Novembro foi dia de “olhe que não, doutor, olhe que não...” e não só!

Regiões, Áreas Metropolitanas e CIM no Relatório da Comissão

6 de Novembro foi dia de “olhe que não, doutor, olhe que não...” e não só!

Ideias

2019-11-06 às 06h00

Paulo Monteiro Paulo Monteiro

6 de Novembro é um dia marcado por muitos acontecimentos históricos. O primeiro é sem dúvida da nossa safra, ou não aproveitasse o dia de hoje para ‘puxar a brasa à nossa sardinha’, o mesmo é dizer, ao nosso suplemento especial de futebol distrital. Foi há mais de 20 anos que foi lançado o primeiro suplemento do género pelo ’Correio do Minho’ e a tradição continua forte e sempre a servir da melhor maneira o nosso futebol. É mais uma singela homenagem a todos aqueles que vivem as paixões da bola e para o qual queremos, todos os dias contribuir. Por isso a edição de hoje do jornal é mais uma edição para guardar. Aproveito para parabenizar todos aqueles que contribuíram para a feitura deste suplemento.

Mas o dia de hoje é marcado pela história também porque faz hoje 44 anos que assistimos ao célebre debate televisivo na RTP entre o líder socialista Mário Soares e o secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal. Soares acusou o chefe dos comunistas de querer instaurar uma nova ditadura no país. Cunhal que o considerou o chefe da reacção respondeu com uma frase que ficou célebre: “Olhe que não, doutor, olhe que não…”. Mas 6 de Novembro está recheado de história mundial. Aqui ficam alguns dos acontecimentos que considero mais importantes e só da nossa história nacional: Marquês de Pombal oficializa o ensino primário em Portugal (1772); nasce, no Porto, a poetisa Sophia de Mello Breyner (1919); morre o pintor Columbano Bordalo Pinheiro (1929). E foi neste mesmo dia que em 1997, Mário Soares e Álvaro Cunhal discutem o futuro da União Europeia num programa de televisão, reeditando o debate de 1975...

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