Correio do Minho

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A Rapariga Que Roubava Livros

Falar bem, Escrever melhor

Literatura

08 Julho 2010

Molching, um pequeno subúrbio de Munique, durante a Segunda Guerra Mundial. Na Rua Himmel as pessoas vivem um dia-a-dia penoso, sob o peso da suástica e dos bombardeamentos cada vez mais frequentes, mas não deixaram de sonhar.

A Morte, narradora omnipresente e omnisciente, cansada de recolher almas, observa com compaixão e fascínio a estranha natureza dos humanos. Através do seu olhar intemporal, é-nos contada a história da pequena Liesel e dos seus apoios adoptivos.

Hans, o pintor acordeonista de olhos de prata, e Rosa, a mulher com cara de cartão amarrotado, do pequeno Rudy, cujo herói era o atleta negro Jesse Owen, e de Max, o pugilista judeu, que um dia veio esconder-se na cave da família Hubermann e que escreveu e ilustrou, para oferecer à rapariga que roubava livros...

Um livro sobre uma época em que as palavras eram desmedida-mente importantes no seu poder de destruir ou de salvar. Um livro luminoso e leve como um poema...

A Rapariga Que Roubava Livros
Markus Zusak
Editorial Presença

A Rapariga Que Roubava Livros

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