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‘Rua E’ cria atractividade para o comércio
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‘Rua E’ cria atractividade para o comércio

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Ensino

2018-06-30 às 06h00

Miguel Viana

Iniciativa promovida por alunos dos cursos de Organização de Eventos e de Comércio decorre entre os dias 3 e 6 de Julho junto à Arcada. Artes tradicionais e a cultura popular também marcam presença.

A zona da Arcada e do Posto de Turismo vai servir de palco, entre terça e sexta-feira, à quinta edição da iniciativa ‘Rua E’.
Durante quatro dias, 25 estudantes dos cursos de Organização de Eventos e de Comércio da Escola profissional Esprominho, vão tentar dinamizar o comércio local e atrair mais clientes, através da realização de várias actividades.
O destaque vai para a presença de vários artesãos.
“Este ano a Rua E está relacionada com a cultura e as tradições da região. O programa tem por base um desafio lançado a diferentes artesãos e empresas da região. Teremos, ao longo dos quatro dias, oito artesãos representados, de áreas como instrumentos musicais, a gastronomia (com a cerveja artesanal) e também os doces tradicionais”, explicou António Teixeira, director pedagógico da Esprominho.

O docente frisou ainda a importância do evento para a formação dos alunos. “É uma boa oportunidade porque permite que os alunos saiam da escola, e em contexto real, possam iniciar experiências que enriquecem a sua formação”, disse António Teixeira.
Rui Marques, director geral da Associação Comercial de Braga, um dos parceiros da iniciativa, afirmou que a iniciativa já é um caso de sucesso junto dos comerciantes, afirmando que são muitos os “que queriam que a Rua E fosse a praça ou a rua deles.”

O responsável da ACB revelou ainda que “temos uma grande necessidade de pessoas para trabalhar no comércio, de preferência pessoas qualificadas e a Esprominho, tem feito um excelente trabalho de formação de jovens”.
Rui Marques considerou ainda que a iniciativa ajuda “a dinamizar o comércio, a dinamizar a cidade, a dinamizar jovens empresas. É um trabalho meritório”, destacou Rui Marques.

O vereador do pelouro das actividades económicas e do Turismo na Câmara de Braga, Altino Bessa, revelou que a autarquia disponibilizou quatro ‘stands’, para “dar mais visibilidade” ao evento. O objectivo é “proporcionar várias experiências. A da formação e a da formação através da rotatividade por alguns artesãos da região”, destacou Altino Bessa.
O evento, referiu o vereador, contribui também para a animação da cidade “fora dos picos normais de turistas (como a Semana Santa)”, disse Altino Bessa, lançando o repto para que outras entidades “sigam o exemplo da Esprominho.”
A Rua E serve também, no entender de Altino Bessa, para “dar uma resposta de animação fora dos momentos habituais. Temos um turismo sazonal e estamos a combater essa sazonalidade para obter procura mais anual”, referiu o vereador.

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