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Desporto

2018-05-15 às 06h00

Joana Russo Belo

SC Braga fechou campeonato no quarto lugar, numa época marcada por uma aproximação aos três grandes. Guerreiros estiveram a lutar pelo segundo lugar até à penúltima jornada e bateram vários recordes internos. É a melhor marca pontual da história.

Um quarto lugar com sabor algo amargo, numa época em que o SC Braga se aproximou aos três grandes. A equipa arsenalista fechou a temporada no quarto posto da I Liga, pela quinta vez na última década, mas a classificação sabe a pouco pela qualidade apresentada em campo e recordes batidos pela formação orientada por Abel Ferreira.
Guerreiros do Minho terminaram com 75 pontos - a melhor marca pontual da história do clube no principal escalão nacional - a apenas três pontos do Sporting, terceiro classificado, e mais 24 pontos do que o quinto, o Rio Ave, distanciamento que reflecte a aproximação aos três grandes. No entanto, fica o sentimento entre a família bracarense de que algo mais podia ter acontecido, até porque, os arsenalistas lutaram até à penúltima jornada pelo segundo lugar de acesso à Liga dos Campeões - falhado com o empate caseiro diante do Boavista - e desperdiçaram uma posição no pódio face ao desaire em Vila do Conde, frente ao Rio Ave, onde uma vitória teria permitido fechar no terceiro posto, mediante o desaire dos leões, na Madeira.

Apesar de alguma frustração, os números dão conta de uma caminhada brilhante em termos de campeonato, classificada por Abel Ferreira como mágica: os bracarenses bateram o recorde de pontos conquistados em termos absolutos, somando mais quatro do que os alcançados por Domingos Paciência, em 2009/10, quando estiveram a lutar pelo título até à ultima ronda; bateram o número de vitórias no campeonato (24); estiveram 12 jornadas sem perder (10 vitórias e dois empates); festejaram 101 golos marcados em todas as provas, sendo mesmo o terceiro melhor ataque da I Liga e o mais profícuo fora de portas, com 37 golos, mais sete que o campeão FC Porto.
O futebol ofensivo e de qualidade foi mesmo a imagem de marca deste SC Braga de Abel Ferreira, o que permitiu ser a equipa que mais engordou em relação à época passada da I Liga, ao somar mais 21 pontos - a formação arsenalista passou de 54 para 75 pontos - e apontar mais 23 golos, passando de 51 para 74. Bracarenses concederam menos sete tentos, de 36 para 29, melhorando o saldo total de +15 para +45.
Neste capítulo, e em termos individuais, o destaque vai para Paulinho, avançado que se estreou na I Liga, vindo do vizinho Gil Vicente, e marcou 13 golos, conquistando o título de melhor marcador da equipa.

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