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Casos do Dia

2018-05-25 às 06h00

Redacção

Detido desde quarta-feira à tarde nas instalações da Guardia Civil de Pontevedra, proprietário do armazém ilegal que explodiu na passada quarta-feira será presente hoje ao juiz do tribunal.

O proprietário do armazém de material pirotécnico que explodiu na quarta-feira em Tui, Galiza, foi detido e vai ser presente hoje ao juiz do tribunal local , segundo fonte da Guardia Civil de Pontevedra.
A mesma fonte adiantou que o homem, detido na quarta-feira à tarde, encontra-se nas instalações da Guardia Civil de Pontevedra a aguardar a conclusão do processo judicial para ser presente a tribunal.
De acordo com a fonte, os bombeiros e a protecção civil estiveram ontem a realizar trabalhos de remoção dos escombros à procura de eventuais novas vitimas da explosão.

Aquela fonte revelou ainda que as autoridades desconheciam a existência daquele armazém ilegal, adiantando que a fábrica, licenciada, do homem agora detido, está situada a cerca de dois quilómetros de distância.
A Guardia Civil adiantou que é ainda desconhecida a identidade da primeira vítima mortal encontrada, devido ao estado em que ficou o cadáver, mas tudo indica tratar-se de uma mulher.
Referiu ainda que os 26 feridos resultantes da explosão foram encaminhados para o hospital de Vigo, sendo que a maioria teve alta hospitalar ainda durante o dia de quarta-feira e disse desconhecer a existência de desaparecidos.

Entretanto, a Guarda Civil de Pontevedra confirmou ter encontrando ontem uma segunda vítima mortal da explosão.
Fonte daquela força policial referiu que se trata de um homem, que foi encontrado no período da manhã pelos meios da protecção civil que procedem à remoção dos nos escombros causados pela explosão.
É o marido da senhora que foi encontrada ainda na tarde de quarta-feira. O casal tem dois filhos, rapazes, que foram acolhidos pelos habitantes da localidade, adiantou.
O armazém ilegal encontrava-se no lugar de A Cancela, Páramos, em Tui, na Galiza.
O impacto do rebentamento destruiu cerca de 20 casas e provocou danos em mais de uma centena, tendo sido sentido a vários quilómetros de distância.

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