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Programa ‘Sente a História’ ajudou a projectar a cultura do Alto Minho
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Programa ‘Sente a História’ ajudou a projectar a cultura do Alto Minho

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Programa ‘Sente a História’ ajudou a projectar a cultura do Alto Minho

Alto Minho

2019-09-11 às 06h00

Miguel Viana Miguel Viana

Trinta espectáculos organizados nos 10 concelhos do Alto Minho mobilizaram cerca de 20 mil pessoas, que visitaram monumentos e diversos espaços culturais da região. Programa mobilizou praticamente todos os grupos e associações culturais.

Cerca de 20 mil pessoas assistiram aos 30 concertos realizados no Alto Minho, entre Janeiro de 2018 e ontem, no âmbito do programa ‘Sente a História’.
O numero foi apresentado ontem na Biblioteca Municipal de Monção, juntamente com o CD ‘Lendas e Hino do Alto Minho’ , do Viana Vocale - Coro de Câmara da Academia de Música de Viana do Castelo/Conservatório Regional do Alto Minho.
O projecto foi dinamizado pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM?Alto Minho) e teve como finalidade promover o património da região, recorrendo a espectáculos de música e teatro.

O presidente da CIM Alto Minho, José Maria Costa, mostrou-se satisfeito com os resultados obtidos. “Nós tivemos vários retornos. O primeiro é a articulação entre as diversas organizações do Alto Minho, em que foi possível pôr muitas pessoas a trabalhar nas diversas vertentes artísticas. O segundo retorno foi trazer pessoas, artistas, que também contribuíram para essa aproximação. O terceiro retorno é o facto do projecto deixar um património para o futuro e que pode ser objecto de divulgação”, referiu José Maria Costa.
O presidente da CIM classificou o projecto como sendo “desafiante”, na medida em que “introduziu novas práticas” e que permitiu descobrir novos talentos.

O presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa acrescentou que o sucesso do programa ‘Sente a História’, também se sentiu na procura turística.
“O turismo procura esta ligação forte entre o que são os nossos territórios e as histórias que contamos. Para isso fazem falta as pessoas e nós podemos contar as histórias na primeira pessoa. No caso de Monção, o que fizemos em relação às bandas filarmónicas é que era preciso alguma inovação e os espectáculos têm trazido milhares de pessoas a Monção”, esclareceu o autarca monçanense.

O programa implicou um investimento de 314 mil euros, sendo que 82 por cento desse valor (273 mil euros) foi aplicado no distrito de Viana do Castelo. A maior parte da verba foi aplicada na contratação de artistas, de empresas e de serviços.
Os 30 concertos decorreram em todos os municípios do Alto Minho, envolvendo aproximadamente 1500 artistas, 16 bandas filarmónicas, 13 coros, 10 solistas e grupos de música de câmara e 27 actores profissionais e animadores de rua.
“Todas as bandas e coros com capacidade polifónica do Alto Minho estiveram envolvidos neste projecto”, destacou David Martins, o produtor do projecto.

CIM Alto Minho debateu desafios da Educação

‘Um Alto Minho mais Próximo dos Cidadãos’ foi o tema da conferência ‘Alto Minho 2030 - Balanço 2014 - 2020, Perspectivas e Propostas de Acção 2030’ que a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) realizou ontem em Monção.
O encontro faz parte dos debates organizados pela CIM Alto Minho em cada município que a integra, com a finalidade de elaborar uma estratégia de acção.
O tema central do encontro foi os desafios da Educação. “É uma área muito importante à qual temos vindo a dar muita atenção ao nível de projectos na área da formação e da inclusão, do desporto. Pretendemos abrir o diálogo para que haja uma reflexão sobre o que poderemos fazer melhor na área da formação”, disse ao ‘Correio do Minho’ José Maria Costa, presidente da CIM Alto Minho.

As conclusões dos encontros farão parte de um seminário final, a realizar em Viana do Castelo, onde será delineada uma estratégia “para prepararmos bem as candidaturas e oportunidades de investimento no próximo quadro comunitário”, indicou José Maria Costa.
Na qualidade de anfitrião, o presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, defendeu que “um Alto Minho mais próximo dos cidadãos passa pela forma como nós, políticos, estamos no território, mas acima de tudo pela capacidade que teremos de aproveitar, quer este quadro comunitário, quer aquele que se prepara já. Temos que pensar que Alto Minho queremos ter daqui a 20 ou 30 anos”. O encontro contou com a presença de várias instituições.

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