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Obra do nó de Arões pode ser comparticipada
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Obra do nó de Arões pode ser comparticipada

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Vale do Ave

2018-11-13 às 14h32

Redacção

Autarquia diz que obra de construção do nó de ligação à zona industrial, que arrancou ontem, pode ser comparticipada por fundos europeus.

Fafe acredita que a construção do nó de ligação à zona industrial de Arões, iniciada ontem apenas com recursos financeiros do município, possa ser comparticipada por fundos europeus, disse o presidente da câmara Raul Cunha.
O autarca explicou que a reprogramação dos fundos do programa Portugal 2020, recentemente anunciada pelo governo, “abre uma janela de oportunidade” à câmara de Fafe, no sentido de concretizar um desejo que mantém desde o início do projecto do nó de Arões.
Raul Cunha referiu que se trata de um investimento de dois milhões de euros, ao qual o município minhoto tem dado grande atenção, ao ponto de ter assumido, na íntegra, o seu financiamento, embora “sempre com a expectativa” de o poder integrar numa candidatura a fundos comunitários.
“É uma obra de pequena em dimensão, mas muito grande em impacto e importância”, comentou.

O presidente disse que a empreitada agora iniciada deverá estar pronta no Verão de 2019 e constituirá um impulso importante para várias freguesias do concelho. “Estamos a falar de um investimento numa zona industrial que já existe e que ficará fortemente dinamizada com esse acesso”, observou, indicado haver vários projectos de investimento previstos para aquela zona industrial que aguardavam a construção da nova ligação.

O futuro nó garantirá um acesso privilegiado das freguesias da zona poente do concelho (Golães, Arões - São Romão, Arões - Santa Cristina e Cepães) à actual via rápida sem portagens que liga Guimarães a Fafe, uma reivindicação antiga da população e empresários locais.
Aquelas populações, acrescentou o edil, deixarão assim de ficar tão dependentes da EN 206, uma via sinuosa e que apresenta sinais de degradação, que há muito não corresponde à dinâmica económica e social daquela zona do concelho.
Raul Cunha acentuou, por outro lado, que “todos aqueles terrenos ficarão valorizados como uma zona interessante para as pessoas poderem viver”.

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