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O Theatro Circo e muita criatividade cabem numa caixa de fósforos
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O Theatro Circo e muita criatividade cabem numa caixa de fósforos

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O Theatro Circo e muita criatividade cabem numa caixa de fósforos

Braga

2019-08-21 às 06h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Oficinas de Verão desafiam as crianças a olhar para o Theatro Circo de forma diferente. Ontem, os participantes criaram a sua própria maquete do teatro e nela desenharam e pintaram a sua criatividade. Tudo numa caixa de fósforos.

Numa caixa de fósforos, é possível recriar o Theatro Circo ou pelo menos uma parte dele como demonstraram as crianças que ontem participaram em mais uma oficina de Verão proposta pelo Theatro Circo com a parceria do centro artístico ‘A Casa ao Lado’.
Alice, de oito anos de idade, participou ontem pela primeira vez nas oficinas de Verão por sugestão da mãe.
Alice já passou numa oficina do Theatro Circo, por altura da Páscoa, e voltou a aceitar o desafio, até porque o tempo de férias é propício à diversão o que, aliado ao gosto pela pintura e alguma criatividade resultou numa tarde animada e duas caixas de fósforos decoradas.
Para as irmãs Mariana e Marta, de 10 e 7 anos, respectivamente, também foi uma estreia nas oficinas de Verão que o Theatro Circo tem vindo a propor, todos os anos, aos mais novos, este ano tendo como palco a Casa dos Crivos.
Mariana recriou a fachada principal do Theatro Circo e a sala principal, incluindo um actor em palco.
“Foi difícil porque não sei desenhar” admitiu Mariana.
As crianças observaram imagens ilustrativas do Theatro Circo e perante um modelo fizeram um esboço que depois transpuseram, a uma escala de menor dimensão, para a caixa de fósforos, seguindo-se a pintura e os retoques finais da maquete.
Por ser um desenho muito pequeno, torna-se mais complicado para as crianças, mas elas conseguem ultrapassar com muita facilidade, explica Adriana Figueiredo, uma das monitoras de ‘A Casa ao Lado’.
Os pincéis também têm que ser muito fininhos, sublinha a monitora, garantindo que a utilização de materiais diferentes dos que estão habituados também constitui uma aprendizagem para as crianças, além da recordação que levam para casa.
Outra vertente destas oficinas é o convívio, realça Adriana Figueiredo: “chegam aqui e não se conhecem, mas passando algum tempo já são amigos”.
Marta confessa que gostaria de regressar para outra oficina.
Terminada a maquete do Theatro Circo e depois de mostrar que se pode misturar a realidade dos elementos físicos da centenária sala de espectáculos com a imaginação ao pôr em palco uma menina com uma águia, uma girafa e um elefante, Marta já trabalha numa segunda maquete onde cabe a sua banda de música preferida.
Na maquete de Manuel, de nove anos, também coube uma girafa e o camarim com um actor.
Manuel já participou na primeira oficina e decidiu repetir. As diferentes propostas obrigam-no a olhar de maneira diferente para o Theatro Circo onde costuma ir, com os pais, para assistir a teatro e música.

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