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Braga, quarta-feira

Noite Branca dá espaço para brincar e para a criatividade em família
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Noite Branca dá espaço para brincar e para a criatividade em família

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Braga

2018-09-02 às 08h00

Teresa M. Costa

Famílias são desafiadas a participar na Noite Branca de Braga através de uma diversidade de actividades em diferentes espaços da cidade que proporcionam momentos de partilha e muita criatividade.

A Noite Branca de Braga é para ser vivida por todos, com programação à medida de graúdos, miúdos e para partilhar em família.
Na Casa dos Crivos, onde está em exposição ‘a origem das pequenas invenções’ de Mário Cesariny, Filipa, Carlos e os filhos Pedro, Dinis e Margarida (ela ainda ao colo) aventuraram-se na oficina surrealista ‘Eu também fazia isto?’ e não só conseguiram uma obra de arte, pintada a sopro, como desfrutaram de momentos em família.
“Temos três filhos e precisamos deste tipo de actividades para eles saírem, para se divertirem e para terem uma experiência diferente” afirma a mãe desta família que participa, pela primeira vez, na Noite Branca de Braga porque costuma estar fora da cidade, de férias, nesta altura.
Filipa e Carlos costumam participar nas actividades propostas pelo Município de Braga para os mais pequenos e elogiam o tipo de iniciativas. “Em Braga, há muitas actividades gratuitas” reforçam.
As duas oficinas propostas para ontem pela Casa dos Crivos esgotaram a lotação.
Residente em Braga, Isabel Mota também trouxe os dois filhos, de 6 e 4 anos, sempre com o intuito de lhes proporcionar “novas experiências” e o conhecimento de “pessoas novas”.
Sobre a oficina surrealista, esta mãe sublinha que “ajuda a trabalhar a criatividade” e as crianças tiveram oportunidade “de criar algo ou simplesmente deixar fluir a tinta”.
Isabel Mota destaca o momento de família. “Hoje em dia, temos pouco tempo para estar com os nossos filhos e estas actividades ajudam-nos a compensar e ajuda os pais com actividades diferentes”.
Simone Sarges, brasileira a residir em Braga há seis anos, não perde uma Noite Branca desde que se instalou na cidade e ontem aproveitou para realizar várias actividades com a filha, Maria Luísa, de nove anos.
Para Simone Sarges, este tipo de actividades ajuda a conhecer e a desenvolver a cultura local. “Fazem com que a gente se integre, o que é bom” sublinha.
Residentes em Torres Vedras, Carmen Mateus e a filha de sete anos, Madalena, aproveitaram as férias em Braga para participar, pela primeira vez, na programação da Noite Branca.
Carmen Mateus realça “o programa interessante para as famílias” e apesar de ter que procurar no mapa a localização dos vários espaços, porque não conhece a cidade, participou numa oficina na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva (BLCS), nas actividades do espaço infantil no Largo do Pópulo e ainda contava visitar alguns museus.
Madalena saiu do espaço infantil com uma pintura facial e com com ‘asas coloridas’ mostrando que não há limites para a criatividade.
Brincar com a luz e o desenho foi uma das muitas propostas da BLCS. João Silva levou as filhas Benedita e Constança, gémeas de oito anos, que garantem que “foi divertido” fazer desenhos com uma lanterna, no escuro, e ver o resultado na máquina fotográfica.
Para este pai, “foi um momento de partilha, de aprendizagem e a possibilidade de elas porem mãos à obra e experimentarem mais uma forma de dar asas à imaginação”.

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