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Braga, segunda-feira

Noite Branca apaixona bracarenses
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Noite Branca apaixona bracarenses

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Braga

2018-09-01 às 06h00

Marlene Cerqueira

Noite Branca 2018 arrancou ontem com milhares de pessoas nas ruas do centro histórico de Braga. Noite tropical ajudou a vivenciar um ambiente de festa que coloriu de branco a cidade dos arcebispos.

Arrancou em grande a edição deste ano da Noite Branca de Braga, evento que já conquistou definitivamente bracarenses e forasteiros. Milhares de pessoas, trajando de branco, encheram as ruas do centro histórico, criando um ambiente único, marcado pela animação e pelo convívio.

Para ontem, o cartaz prometia , como nomes principais, Gisela João e GNR.

Horas antes da fadista barcelense subir ao palco montado na Praça do Município, já muita gente circulava pela cidade. Muitos aproveitaram o fim de tarde para jantar numa das muitas esplanadas da cidade, usufruindo depois de uma noite tropical que convidava a sair à rua.

Apesar de ser bracarense, esta foi a primeira vez que Inês Pinto saiu de casa para vivenciar a Noite Branca.

“Como estreante na Noite Branca, espero que haja muita animação nas ruas. A oferta de experiências, se corresponder ao que foi prometido, vai agradar a todos”, contou a jovem ao Correio do Minho’.

Do vasto cartaz, Inês destaca a música: “O que mais me chama a atenção nesta Noite Branca é a música; acho que fizeram uma selecção de nomes ecléctica e até ambiciosa, para um evento gratuito”.
No entanto, a jovem também mostrou curiosidade sobre as actividades nos museus. “Acho uma excelente ideia abrirem portas até ao final da noite. Os mercados, as instalações pela cidade e tudo o resto
ajudam à festa”, remata.

Jorge Machado também juntou a família para uma noitada na cidade. O gualtarense confessa va que tinha “as melhores” expectativas para a noite de ontem, sendo que de todo o cartaz elegeu o concerto dos GNR como o momento que mais ansiava.

“No fundo espero viver uma noite animada, com muita música, muita animação e também alguma cultura porque já sei que há museus abertos. talvez ainda passe por alguns”, contou.

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