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Minho mostra as suas AlterNativas

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Braga

2018-03-12 às 07h55

Teresa M. Costa

Há um mundo de alternativas ao nível da alimentação, das terapias e até do artesanato que foi possível conhecer, este fim-de-semana, em Braga, numa Feira AlterNativa.

Alimentação natural, artesanato ambiental e medicinas e terapias alternativas estiveram em destaque na primeira Feira AlterNativa de Braga que decorreu, durante o fim-de-semana, no Retail Center.
O objectivo do Alternativo Minho, movimento que nasceu em Arcos de Valdevez em 2010, é ajudar a divulgar as novidades, mas sobretudo mostrar as alternativas a nível local.
O certame realizado em Braga, no fim-de-semana, enquadra-se num ciclo de 12 feiras que se pretende plantar noutras tantas cidades e vilas minhotas, ao longo de três anos, anuncia Tita Pedro, divulgando um movimento que se poderá transformar numa eco-cooperativa minhota.
Num dos workshops da Feira AlterNativa de Braga, Atimati Aroso abordou a relação íntima entre alimentação e saúde.

Atimati Aroso tentou mostrar o que as pessoas estão a fazer de errado em termos de alimentação e deixou algumas dicas para o caminho certo, garantindo que são coisas simples como emdireitar a coluna para ajudar o sistema nervoso central a funcionar bem.
Um dos alertos que deixa é que colocamos no corpo, todos os dias, cerca de duas mil substãncias químicas atacando o nosso sistema imunológico, não só pela alimentação, apontando desde o champô à pasta de dentes.
Atimati Aroso mudou-se do Porto para Vila Verde e dedica-se, à agricultura regenerativa, sendo seu objectivo produzir fruta, legumes e transformados que, neste momento, ainda só produz para si.
Entre as iguarias que foi possível provar na Feira AlterNativa estão as que saem das mãos de Ana Barbosa. Psicóloga de profissão, mas com gosto pela gastronomia, decidiu juntar a comida e as emoções AGosto e começou a vender os seus produtos este mês.

Ana Barbosa acredita que somos aquilo que pensamos e que comemos e responde à procura, cada vez maior, não só de intolerantes ao glúten e à lactose, mas também de vegetarianos e de mães cada vez mais preocupadas com o que dão de comer aos filhos.
Clementina Maia trabalha com reiki e massagem terapêutica, mas foi o seu artesanato que a trouxe à feira. A arte nasceu da vontade de ajudar em feiras solidárias e, desde então, é dar azo à criaticidade num trabalho realizado intuitivamente. Nunca sei o que vai sair afirma.

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