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Ensino

2019-09-20 às 08h00

Miguel Viana Miguel Viana

Artigos relacionados com a Universidade do Minho também podem ser encontrados no espaço que ontem abriu oficialmente ao público.

Promover os produtos da Universidade do Minho (UMinho) e tradicionais portugueses é o principal objectivo da Loja da Universidade do Minho, que ontem abriu oficialmente no Largo do Paço.
O espaço resultou de uma política de abertura ao público do edifício da Reitoria da UMinho no Largo do Paço.
“A localização aqui tem a ver com uma ideia que nos é muito cara, que é a de tornar o Largo do Paço cada vez mais um espaço aberto às pessoas. Esta é uma forma de assegurar esse objectivo”, considerou Rui Vieira de Castro, reitor da UMinho.
O novo espaço destaca-se pelo facto de além de produtos da própria universidade (artigos de ‘merchandising’) coloca também à disposição do público produtos provenientes de várias regiões do país.
“Temos também um espaço que serve para que sejam mostrados produtos de artistas de várias regiões do país, que desenvolvem uma actividade de grande qualidade, e que nós queremos também ajudar a tornar visível”, disse Rui Vieira de Castro.
O responsável pela universidade minhota desafiou o público académico e a sociedade a irem “conhecer a nossa universidade também por esta via, e vindo cá, estão muito próximos da Galeria do Paço, que tem uma actividade muito regular.”
A vice-reitora da UMinho para a Cultura e Sociedade, Manuela Martins, acrescentou que no novo espaço podem ser encontrados produtos considerados de interesse. “Temos uma linha patrimonial, que é mais original, e que reinterpreta aquilo que é o património da universidade. Desde já o Paço, mas também o Arquivo Distrital de Braga. Temos obras como o mapa da cidade de Braga, a Carta do Couto de 1128, de confirmação do Couto de Braga a D. Paio Mendes.”
Sobre os produtos tradicionais, a vice-reitora para a Cultura e Sociedade garantiu que todos eles estão devidamente certificados.
“A ideia é que possamos ter aqui alguns produtos que mostrem as artes tradicionais portuguesas. Temos a possibilidade, através da ADERE Certifica, de trazer para aqui produtos de outras regiões (Alentejo, Algarve, Trás-os-Montes) que mostrem o artesanato português”, salientou Manuela Martins. Para Janeiro e Fevereiro está agendada uma mostra de produtos relacionados com as gravuras do Côa.

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