Correio do Minho

Braga, quarta-feira

Joalharia abre outras portas do Theatro Circo ao público
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Joalharia abre outras portas do Theatro Circo ao público

ObservatoriUM debate práticas de sucesso

Braga

2018-08-24 às 06h00

Teresa M. Costa

Oficina de joalharia dedicada à técnica do terço levou ontem várias pessoas ao Theatro Circo, umas pela curiosidade, outras pelo gosto e pelo convívio.

O Theatro Circo, em Braga, abriu ontem as portas a uma arte diferente - a da joalharia - pela mão de quem quis aprender a técnica do terço em mais uma oficina de Verão, desta vez, para adultos.

Habituada aos cantos do Theatro Circo, onde é assistente de sala, Patrícia Queirós, inscreveu-se na oficina atraída pela curiosidade, aliada ao gosto pela joalharia, e para “passar um dia diferente” com a irmã que a acompanhou.
“Gosto muito de joalharia, mas nunca tinha feito nada” revelou Patrícia Queirós, dando conta que “já admirava as peças com a técnica do terço” porque “se vê que há muito trabalho, é muito intrincado”.
Já a irmã, Gabriela Queirós, confessa que lhe custou aprender a técnica de passar o fio e dar os nós e desesperou quando se sentiu ficar para trás em relação ao grupo, mas persistiu e “ainda bem que fiquei” afirmou ao ‘Correio do Minho’.

Com família em Braga, mas residente em Lisboa, Leonor Silva aproveitou as férias na cidade para espreitar a programação do Theatro Circo. Foi à procura de ateliês para as crianças e acabou por inscrever-se na oficina de joalharia.
Foi a curiosidade que levou Leonor Silva a esta oficina “porque o jeito não é muito” brinca a própria, que admite gostar de trabalhos manuais por considerar “relaxante”.

Sobre a técnica do terço, destaca “a destreza de dar a volta e fazer o entrançado para introduzir as contas”, mas valoriza, ainda mais, “o ambiente de convívio” gerado entre as participantes na oficina.

Leonor Silva não tem dúvidas que “este tipo de iniciativa traz vida à cidade e estimula a criatividade dos cidadãos”, além de possibilitar o acesso a áreas do Theatro Circo que normalmente estão vedados ao público.

Adoptada por Braga, Paula Silva já tinha paixão pela joalharia pela arte que implica e agarrou a oportunidade de “aprender alguma coisa e de conviver”, dando azo ao seu gosto pelas manualidades, onde se incluem a pintura e a escultura.
Para Paula Silva “é interessante e deveria haver mais oficinas para adultos”, reconhecendo, no caso das crianças, a importância de os despertar para “darem valor ao património e à história da cidade”.

As peças ontem elaboradas no contexto da oficina de joalharia também remetem para o Theatro Circo. Neste contexto, Paula Silva escolheu vermelho e dourado. “Já tenho a ideia na cabeça” garantiu a participante, quando a oficina ainda ia a meio.

A fazer formação na área da joalharia, Sílvia Ferreira, residente em Vila Nova de Famalicão, ainda não tinha aprendido a técnica do terço e, por isso, considerou interessante a oferta do Theatro Circo, um espaço que ainda não conhecia, destacando a importância da formação para o público.

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