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Braga

2018-09-01 às 16h00

Redacção

Câmara vai votar proposta para reforçar os apoios socioeducativos aos estabelecimentos de ensino do pré-escolar e 1.º ciclo do concelho. Este reforço representa um investimento de 510 mil euros.

O Município de Braga irá reforçar os apoios socioeducativos aos estabelecimentos de ensino do pré-escolar e 1.º ciclo da rede pública do concelho, ao nível das actividades de animação e apoio à família e refeições escolares para o ano lectivo 2018/2019. Este reforço nas respostas à comunidade educativa representa um investimento que ascende a 510 mil euros.

A proposta será apreciada na Reunião de Câmara da próxima segunda-feira, 3 de Setembro, e visa garantir respostas socioeducativas de qualidade e adaptadas às reais necessidades de cada comunidade escolar e irão abranger cerca de 6.700 crianças.

Desta forma, no que se refere às refeições escolares, o Município uniformizou a comparticipação por aluno, não fazendo distinção entre o pré-escolar e o ensino básico, tendo aumentado o valor do apoio nos diferentes escalões.
Para o novo ano lectivo, o Município irá atribuir um valor de 2,90 euros para os alunos do escalão A, 2,17 euros para o escalão B e 1,44 euros para os alunos sem escalão.

Em comunicado, o Município refere ainda que, para este ano lectivo, procedeu à revisão dos acordos de parceria com as diversas entidades que ao longo dos últimos anos têm desempenhado um papel fundamental no apoio à comunidade educativa e suas famílias.

“Os acordos agora revistos privilegiam um maior envolvimento dos Agrupamentos de Escolas, considerados interlocutores fundamentais na identificação das necessidades dos grupos de crianças e alunos e das respectivas famílias; um apoio financeiro para minorar os encargos associados às crianças que necessitam de um apoio especializado; maior proximidade e comunicação entre os diferentes actores envolvidos no processo, assim como a garantia de equidade nos encargos financeiros das famílias com estas respostas, independentemente do estabelecimento de educação e ensino frequentados, passando o Município a assumir os valores referentes aos agregados com maiores carências económicas”, lê-se no comunicado.

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