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Vale do Ave

2018-08-31 às 06h00

Redacção

Afirmar Guimarães como território de cultura têxtil é um dos objectivos da Contextile que começa amanhã e prolonga-se até 20 de Outubro pelos diferentes espaços culturais da cidade.

É já amanhã que Guimarães recebe a mais importante mostra de Arte Têxtil Contemporânea – a Contextile 2018, com intervenções artísticas da norte americana Ann Hamilton (artista convidada), uma grande exposição internacional, a intervenção de Dvora Morag, residências artísticas, workshops temáticos e as TextileTalks, bem como as exposições ‘Fiber Art Fever!’ e ‘Magic Carpets’, entre outras, que ilustram o envolvimento e a cooperação entre o património, indústria têxtil e a criação artística contemporânea.
A abertura é às 15 horas e prolonga-se até 20 de Outubro pelos diferentes espaços culturais e públicos da cidade, com mais de 200 artistas e obras de todo o mundo.

Ao contar com a parceria institucional do Município de Guimarães e o apoio da Dgartes | Ministério da Cultura, aos quais se juntam, entre outras, as parcerias com a ATP – Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal e com a ASM – Associação Selectiva Moda, que atribuirão Prémios de Aquisição no decorrer da Bienal, esta Contextile 2018 não só pretende entrelaçar a tradição e inovação no têxtil com a cultura e a criatividade, como também procura afirmar a cidade de Guimarães como Território de Cultura Têxtil.
Nesta 4.ª edição, a Contextile 2018 tem por referência o conceito (in)organic, transversal a todas as criações artísticas e conteúdos programáticos, desafio que foi colocado a mais de 200 artistas internacionais e nacionais.
Assim, para esta celebração da cultura têxtil a Contextile 2018, através de um júri multidisciplinar, selecionou 58 obras de 51 artistas de 26 países – Portugal, vários países europeus, América do Norte e Sul, Ásia e África do Sul –, entre os 630 artistas (de 62 países) que apresentaram 840 trabalhos a concurso para a Exposição Internacional, a partir dos critérios base do regulamento: elevada criatividade, originalidade e competência técnica em torno do elemento têxtil, pela construção, tema, conceito ou material utilizado, mas também tendo por base o conceito temático (in)organic.

Por sua vez, Ann Hamilton, artista e professora responsável pelo departamento de Arte da Universidade de Columbus, Ohio, reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho em contexto, e de envolvimento sensorial de suas instalações multime?dia em grande escala, está a realizar uma intervenção na cidade de Guimarães expressando a interligação da arte contemporânea, o têxtil e a sua envolvente territorial e espacial.
Num outro âmbito, procurando dar continuidade a uma estratégia de cooperação e aproximação entre o Bordado de Guimarães e a Indústria Têxtil com a arte têxtil contemporânea, a Contextile 2018 convocou artistas nacionais e internacionais para a realização de residências artísticas que decorrerão no Convento de Santo António dos Capuchos, com o objectivo da criação e produção de obras artísticas, partindo da temática proposta pela Bienal.

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