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Desporto

2018-08-27 às 06h00

Redacção

Canoísta Limiano conquistou ontem no K1 5.000 metros a segunda medalha de ouro dos campeonatos do mundo de canoagem, depois de sábado ter ganho nos 1.000 metros.

Um dia depois de ter ganho ouro nos 1.000 metros, o limiano Fernando Pimenta sagrou-se ontem campeão do mundo de K1 5.000 metros, nos Mundiais de canoagem em Montemor-o-Velho.
Fernando Pimenta, de 29 anos, revalida assim o título dos 5.000 metros, distância não olímpica, repetindo o êxito alcançado em Racice, na República Checa, em 2017.
Para conquistar a medalha de ouro, o canoísta de Ponte de Lima completou a prova em 21.42,196 minutos, batendo o dinamarquês René Poulsen, por 1,527 segundos, enquanto o espanhol Javier Hernanz terminou em terceiro, a 4,369.

Pimenta, tricampeão da Europa dos 1.000 metros, sagrou-se campeão do mundo pela primeira vez no sábado, e ontem averbou o terceiro título mundial ao seu palmarés.
O minhoto tinha conquistado o bronze em K1 1.000 nos Mundiais de 2015 e a prata em 2017. Além destas, ostenta ainda a prata em K2 500 e K4 1.000 em 2014.
O limiano procura agora uma medalha individual nos Jogos Olímpicos Tóquio2020, depois de ter alcançado a prata em K2 1.000 em Londres 2012com Emanuel Silva.

“Fim-de-semana indescritível”, admite o canoísta limiano

O canoísta Fernando Pimenta afirmou ontem estar a viver “um fim-de-semana indescritível”.
O?limiano sagrou-se campeão do mundo de K1 5.000 metros, nos Mundiais de canoagem em Montemor-o-Velho, um dia depois de ter sido também campeão mundial nos 1.000 metros.
Em declarações à imprensa após a prova o canoísta limiano considerou ainda “muito especial” a circunstância de ter conquistado o duplo ouro em Portugal - depois de ter conquistado o ouro nos 1.000 metros, no sábado. “O facto de ser em Portugal é muito especial”, afirmou, acrescentando que “é um fim de semana indescritível para mim”, e considerando que a prova de ontem foi “muito nervosa”, já que “ninguém queria assumir a liderança”.

Para conquistar a medalha de ouro, o canoísta de Ponte de Lima liderou a prova quase sempre e completou-a em 21.42,196 minutos, batendo o dinamarquês René Poulsen, por 1,527 segundos, enquanto o espanhol Javier Hernanz terminou em terceiro, a 4,369. “Tentei ir deixando os adversários mais directos para trás (...), tentei colocar um ritmo confortável, senti-me muito bem e foi gerir”, disse, sublinhando que tinha capacidade para “mais um pouco”, já que esteve sempre na expectativa de que os seus adversários acelerassem.
Fernando Pimenta, tricampeão europeu nos 1.000 metros revalida assim o título dos 5.000 metros, distância não olímpica, repetindo o êxito alcançado em Racice, na República Checa, em 2017, um dia depois de ter alcançado o ouro em K1 1.000 pela primeira vez no sábado.
“No ano passado, consegui uma coisa histórica que foi conquistar a medalha de prata no K1 1.000 metros, o que já foi histórico (...), e este ano, depois de me dizerem que era praticamente impossível conquistar o ouro (...), consegui fazer uma missão impossível e superar isso”, comentou.

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