Correio do Minho

Braga, quarta-feira

“Em Braga brilha quem à Noite Branca vem” e quem canta também
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Braga

2018-09-03 às 06h00

Teresa M. Costa

As vozes da cidade ergueram-se ontem e levaram a música a várias ruas elevando o tom da Noite Branca de Braga que encerrou sob a batuta das ‘Sopa de Pedra’ mostrando que o talento bracarense existe e só tem que ser afinado.

A ‘Branca Braga’ foi ontem cantada em coro com as ‘Sopa de Pedra’ e as ‘vozes da cidade’ a ‘dar música’ ao longo de várias ruas até ao espectáculo que encerrou a Noite Branca de Braga.
“A Noite Branca que nos arranca do nosso lar” mostrou ser mais que um refrão e cativou muito público a assistir ao encerramento de uma vasta programação que animou a cidade ao longo dos últimos três dias e noites.
“Em Braga brilha quem à Noite Branca vem” e as vozes da cidade, ensaiadas sob a batuta das ‘Sopa de Pedra’, também brilharam, criando interacção com o público que compôs a Praça Municipal, em mais um dia de calor.
O ‘aquecimento’ para o espectáculo final foi com uma arruada com o público a responder à chamada de se juntar engrossando o coro das ‘vozes da cidade’.
O bracarense João Carvalho foi um dos populares que deu corpo à arruada que considerou “uma boa iniciativa”.

Já Helena Oliveira, outra bracarense, reconhece que o encerramento da Noite Branca de Braga não podia ser melhor. “Uma forma diferente, em português e com canto tradicional”.
Helena Oliveira já conhecia as ‘Sopa de Pedra’, mas confessou--se surpreendida pela forma como “conseguiram trabalhar um grupo de vozes tão heterogéneo” com “um resultado fantástico”.
Amélia Costa foi uma das ‘vozes da cidade’. Ao ‘Correio do Minho’ contou que já cantou em criança e regressou só para esta iniciativa, através de uma amiga, mas confessa que adorou e que “foi uma boa experiência” sobretudo para quem gosta de cantar.

Carla Branco já está habituada a cantar, pois integra o Coro do Hospital de Braga, mas desta vez o palco foi bem maior. Reconhece que “são importantes estas iniciativas que juntam diferentes vozes” e revela que “os ensaios não foram muitos, mas foram intensivos”.
Elemento do mesmo coro, Maria Luísa Silva gostou de estar em palco porque “até agora só tinha actuado com o grupo” e garante que “é uma experiência a repetir”.
Entre os espectadores, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, congratulou-se com o encerramento com “prata da casa” e elogia as ‘Sopa de Pedra que ajudaram a desenvolver este projecto de comunidade” que evidencia a importância de envolver os bracarenses na preparação e na dinamização de eventos como a Noite Branca de Braga.

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