Correio do Minho

Braga, terça-feira

Dia de Santa Maria Madalena dá a conhecer a Casa das Convertidas
Catorze corpos de bombeiros em ‘black out’

Dia de Santa Maria Madalena dá a conhecer a Casa das Convertidas

Alunos do IPVC lançam campanhas solidárias para “arrancar sorrisos”

Braga

2018-07-22 às 06h00

Miguel Viana

Espaço foi visitado ontem por diversas famílias que participaram em várias actividades. Abertura ao público decorre apenas este fim-de-semana e é da responsabilidade da Associação Amigos das Convertidas.

Cerca de vinte crianças e respectivas famílias participaram, ontem à tardem na actividade pedagógica inserida nas comemorações do Dia de Santa Maria Madalena, que decorreu no Recolhimento das Convertidas, também conhecido por Casa das Convertidas.
A actividade (pintura de desenhos que retrataram motivos dos azulejos da capela do Recolhimento), foi organizada pela Associação Amigos das Convertidas, com o objectivo de dar a conhecer um espaço que é praticamente desconhecido“Pretendemos, principalmente, dar a conhecer às pessoas este património que está praticamente escondido. Queremos chamar as pessoas da cidade a conhecerem o que é nosso”, destacou Fernando Mendes, da Associação Amigos das Convertidas.
O presidente da associação, Sérgio Viana realçou que o espaço está encerrado praticamente todo o ano, e que é desejo da associação mais vezes durante o ano.
“Temos tido muita gente nas visitas e as pessoas sentem pena do monumento não estar aberto mais vezes. Estamos a tentar que até 2022, que é quando se assinalam os 300 anos do edifício, se possa tornar este local num espaço de desenvolvimento de cultura, arte e para apreciar o estilo barroco”, disse Sérgio Viana.
Os pais presentes na actividade de ontem mostraram-se surpreendidos com o que viram na Casa das Convertidas. “É muito interessante e vimos a notícia no ‘Correio do Minho’ e aproveitamos para vir cá. Até porque havia actividades pensadas para a s crianças e está a ser uma actividade divertida”, disse Arsénio Almeida.
Eunice Noronha , considerou que a actividade “é de louvar, porque abre as portas a todas as idades e é interessante saber a história dos nossos antepassados”
Liliana Fernandes, considerou estas acções “fundamentais para cativar a atenção dos meninos para a história do meio local, num espaço fabuloso como este.”
As crianças também gostaram de participar na actividade.
Francisca Almeida, de 10 anos, que estava acompanhada da irmã Leonor, de sete, afirmou não conhecer o espaço e que pintou dois azulejos. “Lá em cima tem a igreja e lá fala-se mais de Jesus Cristo, então daí o tema dos meus azulejos”.
Mafalda, de 10 anos, pintou uma flor e achou a actividade “fixe (boa) e divertida e espero voltar a fazer”. O irmão, Raúl, de 9 anos, pintou um castelo de areia. A actividade prossegue hoje com uma missa às 10.30 horas, a Recitação do Terço e o Sermão do encerramento, ás 17 horas.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.