Correio do Minho

Braga, terça-feira

Deputado do Bloco de Esquerda exige a intervenção do Governo na Escola EB2/3 Frei Caetano Brandão
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Deputado do Bloco de Esquerda exige a intervenção do Governo na Escola EB2/3 Frei Caetano Brandão

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As Nossas Escolas

2018-04-24 às 09h09

Miguel Viana

Deputado do Bloco de Esquerda Pedro Soares constatou as más condições da Escola EB2/3 Frei Caetano Brandão e exigiu a intervenção do Governo.

O deputado do Bloco de Esquerda (BE) na Assembleia da República, Pedro Soares, defendeu ontem uma intervenção urgente na do Governo na Escola Básica 2/3 Frei Caetano Brandão. A posição foi transmitida pelo deputado à direcção do Agrupamento de Escolas de Maximinos, durante uma visita à Escola EB 2/3 Frei Caetano Brandão.
Entre as anomalias constatadas pelo deputado bloquista constam anomalias como infiltrações nas salas de aula e computadores sem funcionarem.
Esta escola nunca teve nenhuma intervenção de fundo e precisa de um olhar urgente por parte do Ministério da Educação. Apenas com os serviços de manutenção que são da responsabilidade da autarquia, não se consegue resolver o problema de fundo. É um problema estrutural, que exige uma maior intervenção, afirmou Pedro Soares.

O deputado bloquista disse ainda não compreender porque é que a escola ainda não foi alvo de obras. Há uma folga orçamental que permitia perfeitamente fazer um plano de investimento, para que se criassem melhores condições. Nesta escola, apesar do esforço dos professores, dos alunos e dos funcionários, é evidente que as instalações são essenciais para uma boa prestação do ensino, considerou Pedro Soares.
A situação da escola vai ser motivo de intervenção na Assembleia da República.
Entregamos já um projecto de Resolução (uma recomendação ao Governo) e cremos que na própria Comissão Parlamentar de Educação isto seja debatido, para chamar a atenção do Governo que tem de ter um outro olhar sobre as instalações. O projecto de Resolução permite suscitar este debate e esta escola merece que o problema seja levantado no Parlamento, disse Pedro Soares.

A sub-directora do Agrupameno de Escolas de Maximinos, Teresa Alves, lembrou que as preocupações do deputado bloquista são legítimas. Estamos numa escola que tem 36 anos e nunca teve uma intervenção de fundo, apesar de termos alertado as entidades competentes para tudo aquilo que se encontra em mão estado.
A responsável apontou também uma justificação para a não realização de trabalhos de recuperação da escola. A administração (central) tem tido outras prioridades, frisou Teresa Alves, salvaguardando que a questão pedagógica e do bom ensino que aqui se ministra não é posta em causa por essas condições, mas precisamos de uma intervenção urgente. Recorde-se que há cerca de um mês os alunos manifestaram-se à porta da escola contra as más condições daquele estabelecimento de ensino.

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